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quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Ganhei a irmã mais nova da minha mala maravilha!!!!!!



Quem viaja comigo já conhece (intimamente) a minha mala fantástica (dizem que é mesmo mágica) que, apesar de minúscula, leva tudo (incluindo botas altas!). Já andou por todo o lado fazendo sucesso por onde passa - Itália, Berlin, Irlanda, Madrid e Riviera Francesa - ou não fosse ela uma mala chiquetérrima, natural do Lago di Como. Pois bem, a novidade é que ela acabou de ganhar uma irmã mais nova!



Agora já sabem, na próxima viagem (desde que até 15 dias) levo só a mais nova!!!!!!

quarta-feira, novembro 14, 2007

Lugares SLIH


Bridge of Sights, St. John's College, Agosto de 2005

Depois de uma longa ausência, eis que as "coisas SLIH" voltam porque me apetece falar de Cambridge. Não sei porque razão, ciclicamente, acordo com saudades desta cidade universitária e com vontade de para lá voltar.

Cambridge mais do que uma fabulosa cidade, em que tudo parece ter sido primorosamente desenhado por um artista de muito bom gosto, é um estado de espírito. É um lugar onde se cruzam estudantes de todas as idades, nacionalidades, credos e ideologias, unidos pelo desejo de aprender e de viver uma experiência diferente! É andar de punt, é passear nos Backs, é visitar os Colleges cheios de história, são as festas temáticas e as noites de dança, é viver nos Colleges por onde já passaram Isaac Newton, Sylvia Plath, Charles Darwin, Christopher Marlowe, CS Lewis, Bertrand Russell e até o Príncipe Carlos!

Definitivamente um lugar muiiiiito SLIH!!!!!!

terça-feira, outubro 16, 2007

Músicas SLIH



Completamente SLIH, esta música de Madonna, ou não sintetizasse ela o pensamento deste blog, presente desde o seu primeiro post: like it, or not! Por isso mesmo, daquele endereço meio esquisito (que é o deste BLOG, desde o início) aparece algo do género Some Like it Hot (and some like it not), numa tentativa de contornar o óbvio problema do simples e eficaz Some Like it Hot estar já ocupado! Mas mesmo assim, mesmo sendo uma escolha B, houve uma razão para ficar assim, uma postura de princípio que se pode resumir, muito simplesmente, ao refrão deste «Like it or Not»:

This is who I am
You can
Like it or not
You can
Love me or leave me
Cus I'm never gonna stop
No no

quarta-feira, outubro 03, 2007

Artistas SLIH



Um dos meus actores preferidos de sempre é Clark Gable, o dono do sorriso mais cínico de Hollywood e dos olhares mais desarmantes do cinema. Nunca consegui decidir se Clark Gable era bonito ou apenas dono de um magnetismo pessoal invulgar... mas a beleza, de facto, em nada interfere com o charme e a presença avassaladora no ecrã que tinha esta lenda do cinema, para sempre eternizado como o cínico e apaixonado Rhett Buttler.

Nunca mais nenhum outro actor soube ser, ao mesmo tempo, frio e cativante, mal-criado mas sofisticado, pouco cavalheiro mas imensamente sedutor...

Nascido em 1901, cedo se tornou uma shining star em Hollywood, nos anos 30, conquistando audiências com o seu perfil sedutor, viril e provocador. Depois de «Gone with the wind» onde deu a vida a Rhett Buttler (nenhum outro actor o poderia ter feito como Gable) foi 'coroado' o Rei de Hollywood, mantendo-se como um dos mais requisitados leading men até à sua morte, em 1960, quando filmava «The Misfits».

quarta-feira, setembro 26, 2007

Cidades SLIH




Amesterdão é mais uma das cidades SLIH, por tudo aquilo que é e por tudo aquilo que representa, independentemente das ideias pré-concebidas e dos preconceitos. Amesterdão não se resume, de todo, ao Red Light District nem aos Coffee Shops, antes pelo contrário.

É uma cidade de uma beleza extraordinária onde, de 100 em 100 metros, nos deparamos com recantos que bem merecem uma fotografia... são os prédios antigos e tortos, os canais verdes com as famosas casas barco, as pontes infinitas (perto de uma centena), os pátios com bancos de madeiras e as casas de chá onde se serve a famosa tarte de maçã com natas e o chocolate quente típico!

E depois a cultura... é impossível visitar Amesterdão e não visitar os famosos Rijksmuseum, onde se encontram algumas das obras mais conhecidas do Renascimento Flamengo, o Stedelijk Museum, museu de arte contemporânea, o Museu Van Gogh e a Casa de Rembrandt... como é impossível não aproveitar um dia de sol para dar um passeio nos canais ou andar de bicicleta pela cidade...

Por fim, é também uma cidade que respira história! Amesterdão foi o centro da primeira economia à escala mundial que conhecemos, no século XVII, e o interposto comercial mais movimentado da época, e a sede da primeira Bolsa de Valores a funcionar em permanência! Foi também uma das cidades europeias marcada pelas 1.ª e 2.ª Guerras Mundiais, marcas que conserva até hoje, como símbolo da sua resistência e sobrevivência!

quinta-feira, agosto 30, 2007

Malas SLIH



Homenagem mais do que merecida às minhas malas lindas, as minhas Bric's Sintesis green-olive, companheiras de tantas viagens, cheias de charme e ultra funcionais! Garanto que estas malas aguentam quase tudo (maus tratos incluídos) e são verdadeiramente mágicas quando conseguem transportar o dobro das coisas que inicialmente poderíamos imaginar... Seria impossível encontrar 'luggage' mais SLIH, sobretudo sabendo que fábrica Bric's fica em Como!

«Bric's expresses a cosmopolitan style and taste, through practical and functional designs combining trendy colors and state-of-the art materials

quarta-feira, agosto 15, 2007

Música SLIH



My all time band: Queen!

Nasci e cresci embalada pelos ritmos desta banda inglesa, nascida nos finais da década de 60, cuja alma residia no fabuloso e até hoje inimitável Freddy Mercury.

Não terá sido, certamente, por acaso que, a primeira vez que eu dei sinal de vida, ainda antes de nascer, foi com um tema dos Queen (Flash Gordon), demonstrando, logo como nascitura, um gosto musical vanguardista e muito 'pop'! Marcava-se assim o início de uma relação duradoura de profunda admiração e, porque não dizê-lo, paixão pela música dos Queen. Também não terá sido por acaso que, aos 10 anos, recebi a notícia da morte de Mercury, em Londres, tendo passado, por coincidência, à porta da sua casa, em Kensington, onde se acumulavam dezenas de flores, postais, balões e outros 'mementos' dos fãs.

Nunca consegui decidir qual a minha música preferida dos Queen porque, para dizer a verdade gosto de todas: das mais ousadas e atrevidas (estilisticamente falando) como Somebody to Love e Innuendo, das que são mais baladas como You're my best friend e Love of my Life, das mais rock puro e duro como Another One bites the Dust e até das mais 'lamechas' que encontramos no album Made in Heaven. Todas têm alguma coisa que as torna especiais e diferentes e nunca mais houve um artista que fizesse uma música tão extraordinária como a Bohemian Rhapsody (a verdadeira ópera rock) ou que interpretasse com mais alma o Great Pretender.

Freddy Mercury mais do que um cantor ou um artista era uma 'stage persona', extravagante, excêntrica mas terrivelmente talentosa que encarnava personagens e as reinventava ao som da sua própria loucura! Por isso continua a ser único e os Queen continuam a encantar gerações e a encher estádios, mesmo após a morte do seu vocalista, porque 'the show [really] must go on' e as suas canções têm aquela 'kind of magic' que nos deixa encantados, 'right till the end'!

Por fim, há uma canção que, para mim, é incrivelmente Queen e inegavelmente SLIH: The Killer Queen:

«Drop of a hat she's as willing as a playful pussy cat
Then momentarily out of action, temporarily out of gas
To absolutely drive you wild, wild
She's out to get you
She's a killer queen gunpowder gelatine
dynamite with a lazer beam, guaranteed to blow your mind (anytime)
Recommended at the price, insatiable an appetite (wanna try?)
»

sábado, agosto 11, 2007

Remembering FRINGE



Agosto é mês de férias e como tal as rubricas habituais podem ser suprimidas ou fundidas, é este o caso. Cultura à sexta e "coisas SLIH" num só post sobre o Edinburgh Fringe, parte do Edinburgh Festival. (As saudades da britolândia que não me largam nunca...)

O Fringe, como alguns saberão, é um festival de performing arts mas é um festival tão peculiar que se torna difícil explicá-lo a quem nunca o visitou. As tais artes do espectáculo invadem as ruas, sobretudo a Royal Mile, e os visitantes podem passar horas a ver pequenas peças de teatro, números de circo e de magia, stand up comedy, a ouvir um músico ou a ver um contorcionista. Existem também aqueles que lêem a sina, os que fazem pinturas nas caras, os que fazem tatuagens, os que pintam... Uma balbúrdia de gente de várias proveniências e culturas, unidas no maior festival Fringe do mundo (no mundo da Globalização existem 'fringes' um pouco por todo o lado, mas mais nenhum como o original escocês!).

Mas o Fringe não apenas é um evento cultural de destaque na Europa, é uma forma de viver Edinburgh e, como tal, é uma coisa muito dentro do espírito SLIH, daí merecer o destaque que lhe é dado neste BLOG. Ainda para mais quando, está agora a fazer exactamente um ano, estava eu em Edinburgh, no Fringe, a aproveitar cada minuto de uma incrível aventura por terras da Escócia. Por isso, fica o conselho SLIH: não deixem de ir ao Fringe e a Edinburgh sem esquecer o resto da Escócia, país de lendas e de fadas que nunca desapontará os seus visitantes, basta que acreditem em doendes e em pó de fada, e qualquer viagem será inesquecível!!!

quarta-feira, julho 25, 2007

Séries SLIH



Ser SLIH não implica ser vidrado em televisão ou viciado em programas diários ou semanais. Mas implica, isso sim, ter algumas séries de culto, que se vêem e revêem, sempre com agrado. O clássico SATC é obviamente um dos casos de série de culto para quem quer ser SLIH, e passo a explicar: é terrivelmente cosmopolita; vibra com NYC; fala de sapatos (sobretudo Manolo Blahnik) em quase todos os episódios; tem um guarda roupa de cair pro lado e ainda pedir mais; fala de relações amorosas (ou da busca do amor e do homem perfeito) e das suas múltiplas complicações, desafios e prazeres, o que é um clássico humano de todos os tempos.

Depois, e para além de tudo isto, cria 4 personalidades femininas que sendo, naturalmente, esteriotipos comportamentais, ainda assim conseguem identificar-se connosco em algum ponto ou aspecto das nossas vidas: a mulher moderna e liberal que preza a sua liberdade a cima de tudo; a advogada snob que põe a carreira sempre em primeiro lugar; a menina de boas famílias que apenas quer casar e constituir família e, por fim, a jornalista que procura o homem ideal e se entretém a escrever sobre o que vai vendo, ouvindo e vivendo. Sendo que, no final, tudo acaba de pernas para o ar, com a Samantha "presa" a um querubim louro; Miranda casada e com um filho a viver em Brooklin; Charlotte casada com um judeu e confrontada com a impossibilidade de ter filhos e Carrie com o eterno Mr. Big que, no final de contas, se revelou o príncipe encantado!

Sem dúvida um clássico SLIH!

quarta-feira, julho 18, 2007

Objectos SLIH



Hoje, nas 'coisas' SLIH um objecto que faz necessariamente parte do universo SLIH: o leitor de MP3. Ser SLIH é gostar de música e precisar de ter uma 'banda sonora' a cada momento. É ouvir «The Blower's Daughter» em Bloomsbury (a dividir headphones com a Inês) e «Grace Kelly» no Mónaco! Ter músicas de todos os géneros ali guardadas e ouvir o Vogue da Madonna num minuto e a banda sonora do filme «Out of Africa» no que se segue, sem esquecer as Doce lá no meio, para os momentos mais non sense.

Porém, não é SLIH todo e qualquer MP3. Há regras e há requisitos. 1.º requisito: relação qualidade preço. Ser SLIH não é ser forreta, mas é saber escolher! 2.º requisito: tamanho. Um MP3 para ser SLIH tem que ser pequeno, altamente portável e leve! 3.º e mais importante requisito: COR. Ser SLIH passa, necessariamente, por não ser 'discreto'. Logo branco e preto estão fora de cogitação! Podia ser verde limão ou azul turquesa, mas quis o destino que a dona do SLIH gostasse mais de rosa! ;)

Tudo ponderado, a escolha SLIH recaiu sobre o novíssimo Creative Stone cor de rosa, um must dos MP3 que estão no mercado. Pequeníssimo (hoje em dia, no que toca às tecnologias, the smaller the better), giríssimo e ultra eficaz. Tem bateria recarregável que aguenta até 10 horas (!) em modo reprodução e pode armazenar até 500 músicas, o que é imenso. Acresce que o preço recomendado é mesmo muito apetecível!

segunda-feira, julho 09, 2007

Posts em atraso VI

QUARTA-FEIRA, JULHO 4, 2007

Filmes SLIH



Um dos filmes da minha vida que tem todos os elementos para ser um filme SLIH: é romantico, é divertido, tem músicas fantásticas, um guarda-roupa deslumbrante, muita cor, muita vida, muita alegria, muita fantasia!

Não é um clássico nem sequer segue os padrões clássicos de um musical. Quebra as regras todas de como contar uma história mas, no final, é um filme perfeitamente genial! Só não gosto do final, triste. Mas até isso marca Moulin Rouge como um grande filme: apesar da história se desenrolar na mais absoluta fantasia, não se deixa seduzir pelo típico «and the lived happily ever after».

quarta-feira, junho 27, 2007

Cidades SLIH




Como não poderia deixar de ser, a primeira "coisa" que destaco nesta novíssima rubrica é uma cidade que tem tudo para ser uma cidade SLIH: LONDRES.

Londres é uma cidade elegante, cosmopolita, levemente misteriosa (o fog dá-lhe aquela mística tão especial), romântica (e quem disser que Londres não é romântica é porque nunca se deixou apaixonar por - ou nessa - cidade), graciosamente distante mas temperamental na sua forma britânica de o ser.

Uma cidade que alia a graciosidade e a leveza de Convent Garden com a austeridade secular da City; que mistura o melting pot social e étnico do Soho com a elegância e a classe das ruas alinhadas de Belgravia; que junta a vida, a arte e a cultura que fervilham no Strand e West End com as tardes de dolência calma nos jardins de Kensington; que esbanja glamour no Harrods e Knightsbridge e prima pela fleuma dos parlamentares em Westminster. Uma cidade de mil caras e de mil cores, que fascina e encanta desde o primeiro momento: desde a primeira caminhada no Mall, a primeira viagem no Tube, a primeira peça de teatro no West End, as primeiras compras em Regent Street, a primeira noite em Convent Garden, o primeiro fim de tarde no Embankment...


Adenda, feita tarde e a más horas:
Para mim Londres tem uma canção óbvia que evoca tudo aquilo que ela é e que se encaixa, perfeitamente, nas suas ruas e nas suas gentes. Chama-se «The Blower's Daughter» (de Damien Rice, mais conhecida por ser a canção-tema do filme Closer) e ninguém deve passear por Londres sem a ouvir e cantarolar «I can't take my eyes of you».

"Coisas" SLIH

A partir de hoje, e todas as quartas-feiras, o SLIH dará a conhecer aos seus leitores alguma coisa que eu entendo enquadrar-se no espírito SLIH. Pode ser um cidade (caso de hoje), um objecto, uma música, um sentimento, uma cor, uma roupa, um filme, um país, uma ideia, uma causa... Qualquer coisa que seja SLIH, ou seja, Surpreendente, Livre, Irreverente e "Hot"!
Espero que passem por cá, às quartas, a ver o que é SLIH e o que não é!