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quinta-feira, maio 31, 2007

A greve geral

Odeio greves, por todos os motivos e mais um, sobretudo quando esse um é baralhar-me a vida toda, fazer-me demorar o triplo do tempo a chegar a um sítio e a gastar 5 x mais dinheiro!

terça-feira, maio 29, 2007

O meu choque tecnológico



Um dos meus telefones morreu esta sexta feira. Só por acaso aquele onde tinha os números todos de telefone, os lembretes de tudo e mais alguma coisa e as datas dos anos de tudo quanto era gente...

Com o telefone morto, não tenho maneira de saber nada da minha vida. Presumo que seja a isto que se chama dependência tecnológica...

terça-feira, abril 03, 2007

Abril

Não gosto de Abril. Acho um mês feio, chato, indefinível e cinzento. Não gosto das noites frias e dos dias de chuva. Não gosto das nuvens e do ar abafado. Não gosto de não saber que roupa usar e de não saber se saio de casa com ou sem chapéu de chuva. Não gosto de Abril. Acho um mês de neura e de sobressaltos. Não gosto sequer da sua sonoridade: A-b-r-i-l. Não gosto do dia 25, como não gosto do 24 ou do 26. E também não acho piada ao dia 1, nem ao dia 3. Que neura!

Que venha Maio, depressa!

domingo, outubro 29, 2006

Na vida real...

Bem que podiam existir escritores/cronistas em revistas mega importantes e interessantes, ricos, inteligentes, charmosos e hiper fashion, com apartamentos lindos em NYC (de preferência na Upper Midtown ou Upper East Side, ok, também pode ser Tribeca!) a andar por aí...

Simon Baker (Christian Thompson in The Devil wears Prada)

quinta-feira, outubro 05, 2006

Posts em Atraso IV

Quarta Feira, Outubro 4, 2006

Prazos e Atrasos, o fado nacional

Em Portugal estabeleceu-se uma regra de direito consuetudinário que diz que não há prazos peremptórios. Qualquer prazo é meramente indicativo e se não for cumprido, paciência... há tolerância, ninguém deixa de fazer nada por chegar só um bocadinho depois do previsto.
E isto começa a irritar-me... nada a fazer!

quinta-feira, junho 29, 2006

Que belo começo de dia!

Há dias, como hoje, em que eu teria todos os motivos para estar mal disposta... mas não estou!

Apesar de estar de férias (para estudar, mas ainda assim férias...), tive que acordar cedo porque às 10.30 tinha um julgamento (segunda data, já que na primeira o arguido tinha faltado). Diligentemente (ainda que a contra-gosto) lá me dirigi eu ao Palácio da Justiça, Tribunal de Pequena Instância Criminal, 1.º Juízo, 1.ª Secção a ver se era desta que o "meu" oficioso aparecia. Não foi! Primeira chamada, segunda chamada e nada! Pergunto ao oficial de justiça o que fazer ao que ele me diz "Oh doutora, aguarde".

Detesto este tratamento por "doutora"... como se eu fosse apenas mais uma servente da justiça não individualizável, a soldo do Estado, sem identidade ou coração, que está ali a fazer corpo presente e a pedir justiça no momento oportuno. (Eu sei que era impossível o oficial de justiça decorar o meu nome, já que por dia trata com dezenas ou centenas de advogados, mas ainda assim, inconscientemente, continuo a achar que me deveriam tratar por Beatriz).

Posto isto, e sabendo que nada me resta para além de esperar, tiro um café da máquina para enganar o sono, sento-me num dos bancos corridos do PIC e ligo o meu Creative a ver se as músicas me animam a manhã... mas só as calminhas, porque dançar no corredor no Tribunal não seria adequado!

Finalmente lá sou chamada ao Gabinete do Senhor Juiz. Já o conheço de outros julgamentos e, a bem da verdade, o senhor é tão simpático que nos faz perdoar a demora na chamada! A conversa é a do costume: «Sabe Doutora, não conseguimos contactar o arguido, não existe morada conhecida e as diligências da PSP ainda não deram qualquer fruto... assim sendo, temos que agendar nova data». Como eu não me oponho e até estou de sorriso queridinho, o juiz faz uma piada «Ainda vai calhar no próximo mundial!» Ao que eu digo, com a maior benevolência possível «Quatro anos não será muito tempo? Nem em Portugal os Tribunais podem estar tão atrasados!» Lá fica então acordado que o julgamento passa para Março de 2007. Por essa altura, penso eu, já não serei estagiária e provavelmente não irei sequer fazer tal julgamento, mas por agora, é "na boa". Mais dois dedos de conversa, sobre o futebol, já que o juiz gosta da "bola" e lá me venho embora de mais uma manhã ultra-produtiva no PIC...

De regresso a casa, usando os transportes públicos da nossa cidade, espero 35 minutos por um autocarro na Bramcamp (dos 4 que ali param, os 4 serviam o meu destino final). Finalmente lá vem o chato 27, que entre as voltinhas da Lapa demora cerca de meia hora a fazer um percurso que de outro modo se faz em 10 minutos... Mas enfim, é o autocarro que temos e hoje não é dia para estar mal disposta!

Finalmente em casa, tenho a Deontologia e os Processos (Civil e Penal) à minha espera (salvo seja!), e a Inês a desafiar-me para mais uma tarde de estudo em Belém... mas lá está, hoje estou demasiado bem disposta para me ir enfiar numa Biblioteca a estudar o que de mais medonho Deus ao mundo deitou!

Enfim, há dias que nada consegue estragar... nem o Direito ou o livro de deontologia!

sexta-feira, maio 26, 2006

Coisas que eu gosto!

Andar ao sol
Comer gelados coloridos
Olhar para um mar azul
Cantar no meio da rua
Receber flores
Rir sem motivo
Megulhar nuns olhos cor de mar
Fazer anos
Sumo de morango
Receber presentes
Abrir uma carta
Ler um poema
Chupas-chupas
Sentir a relva num dia de verão
Fazer surpresas
Reencontrar um amigo
Dar um beijo
Dar uma gargalhada numa sala silenciosa
Ficar horas a conversar
Brincar com crianças (como se fosse uma criança)
Baldar-me a uma aula
Guardar um segredo
Ir ao cinema
Estrear uma roupa nova
Ver a chuva pela janela
Ler um livro numa tarde

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quinta-feira, maio 25, 2006

Algumas coisas que me irritam

Acordar cedo
Dias de chuva
Não ter saldo no telemóvel
Apanhar escaldões
Livros armados em 'intelectuais'
Não me responderem a emails ou sms
Telefonar para as Finanças
Ouvir o «Fico assim sem você»
Desmarcarem coisas em cima da hora
Fazerem-me demasiadas perguntas
Gelados derretidos
Ficar com os saltos presos no passeio
Não encontrar a música que quero o MP3
Perder o autocarro
Gente estúpida ou malcriada
Objectos/pessoas armados ao ‘pingarelho’
Críticas descabidas
Não encontrar o telemóvel quando ele toca
Agrafadores que não funcionam
Ordem dos Advogados
Sopa fria
Verniz estragado

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sexta-feira, abril 07, 2006

Accidentally in Love

Hoje é o dia em que a Bloggosfera acaba. Não toda, mas esta, que era das melhores que tínhamos.

Comecei a gostar d' «O Acidental» no dia do seu nascimento e mantive-me fiel até hoje. Era o meu Blog preferido, como várias vezes aqui disse (e não vou buscar ao arquivo testemunhos desnecessários!) e não o repetia apenas por simpatia pelo Paulo (que é muita) ou porque gostava de link acidentais. Fazia-o apenas por considerar que «O Acidental» era o Blog que melhor retratava uma direita moderna, frontal e liberal que fazia tanta falta a Portugal.

N' «O Acidental» podia ler o PPM, o que era sempre um prazer, acompanhar os posts do genial RMD, aprender quem é Hayek e que se escreve com k (!), ver as imagens sempre bem escolhidas pelo DBH, ler as teses do HR, reflectir com os textos, sempre certeiros, do JMB, deliciar-me com as polémicas, primeiro com o desparecido Barnabé, depois com Blogs de Esquerda e de Direita e por último com JPP... enfim, tanta coisa e tanta gente fantástica que por lá postava diariamente!

«O Acidental», mais do que um hábito, era já um vício, tal como o café logo de manhã depois de chegar ao escritório... aliás, era durante o primeiro café que lia «O Acidental», assim como os jornais diários. E agora lá acabaram os minutos acidentais, mas vá lá, fica o café!

Tudo isto para dizer que eu gostava de ler «O Acidental» e os Acidentais (uns mais acidentais que outros) e vou sentir a vossa falta.

E agora, dedicado especialmente aos Acidentais (e porque ontem não deu mesmo para ir à festa!): Accidentally in Love

ADEUS «O ACIDENTAL», ATÉ SEMPRE!

domingo, outubro 23, 2005

quinta-feira, outubro 06, 2005

5 de Outubro


Ontem comemorou-se mais um dia 5 de Outubro (que para mim passou algo despercebido por causa da campanha autárquica) e mais uma vez eu tive vontade de perguntar porque será que se comemora a Implantação da República e não a fundação de Portugal!

Para quem não sabe, 5 de Outubro é a data mais provável da assinatura, em 1143, do Tratado de Zamora que, como todos aprendemos na escola, é o tratado pelo qual D. Afonso VII de Leão reconheceu a independência do então ainda Condado Portucalense. O título de Rei, para D. Afonso Henriques, só viria a ser reconhecido mais tarde, em 1179, com Bula Manifestis Probatus, sob o Pontificado de Alexandre III.

Pois bem, não seria normal Portugal, um dos mais antigos Estados-Nação da Europa, festejar a sua fundação e festejá-la no dia em que se constituiu como Estado Independente? Para mim, e para qualquer pessoa razoável penso que seria normal e até desejável. Mas Portugal é efectivamente um país estranho, tão estranho que prefere comemorar a implantação da República, que aconteceu em 1910, a festejar a fundação de Portugal. E é tão estranho quanto, independentemente do facto de sermos republicanos ou monárquicos, se não fosse a Fundação, em 1143, não haveria Portugal e muito menos haveria República Portuguesa!

Uma nação saudável é uma nação que tem orgulho na sua história e, muito em particular, dos momentos em que assegurou a sua independência, sejam eles o 5 de Outubro de 1143, o 14 de Agosto de 1385 (data da Batalha de Aljubarrota) e 1 de Dezembro de 1640!

Porque, no final de contas, é muito mais importante a fundação de Portugal que a implantação da República, mas isso só o passar dos anos e o distanciamento fará com que os republicanos mais convictos compreendam...

VIVA PORTUGAL!

quinta-feira, agosto 25, 2005

Provocações

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Pés

Isto voltar de férias com um pé estragado não é uma boa ideia... ando coxinha e de muleta e embora engula dois comprimidos contra as dores de doze em doze horas, estas não estão a melhorar grandemente...

Por isso, agora durante uns tempos nada deste género de sapatos...

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segunda-feira, julho 25, 2005

Posts em atraso II

Na sexta feira, dia 22, fez um ano que eu acabei o curso! Passou rápido este ano... muito rápido mesmo!
Como balanço do meu primeiro ano de 'Dr.ª' posso dizer que sei menos de algumas coisas do que imaginava, e sei mais de outras que não sonhava! C'est la vie!

sábado, maio 28, 2005

E quanto a franceses ficamos por aqui...

Para não me chamarem 'anti-francesa' primária, digo-vos que há certas coisas francesas (poucas!) de que gosto. E dessas poucas coisas, não gosto pouco, garanto! Desde logo o Champagne, que não há outro para além do francês. Depois, a moda. Se bem que seja verdade que os italianos estão cada vez mais à frente, o verdadeiro chic, o bcbg, é francês. Pode ter vários nomes, Dior, Yves Saint Laurent, Chanel, Lapidus, Balmain, Givenchi, Laroche ou Christian Lacroix... Nos acessórios, confesso que me mantenho 'fã' da Longchamps apesar da preferência estival pelas cores italianas!
Depois, temos Paris que seria quase perfeita se não fosse habitada por franceses (convenhamos que o é cada vez menos!)... Os Champs Elysées, a adorável Place Vendôme, o Meurice, o Louvre (que de nada precisa do mediatismo - e histeria - que lhe foi conferido pelo «Código Da Vinci»), o fantástico bairro de Saint-Germain des Prés... E, sem esquecer a grande vantagem que é estarmos a pouco mais de uma hora (pelo eurostar) de Londres! :)
Há também quem fale do romantismo de Paris e da beleza do francês. Discordo. Paris é demasiado fria e imperial para ser romântica e o francês perde toda a graça com os seus muitos 'r' e 'ui'! Mas, lá está, nem tudo é mau e salva-se o 'je t'aime' que, a bem da verdade, fica bem em quase todas as línguas menos na nossa!
E para que não digam que a inculta nem falou da música, aqui deixo Charles Aznavour...

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* Só por acaso a cantar em inglês. Por essa é que não esperavam!

sexta-feira, maio 27, 2005

A Escala

Hoje passei a manhã numa escala - essas coisas que os advogados estagiários têm que fazer - e só isso bastou para perceber que, de facto, o Portugal que existe é muito diferente do Portugal que nós (eu!) imaginamos existir.

Primeiro ponto, o tribunal não tinha condições nenhumas para funcionar como tal. A sala do Advogado é horrível, tem uma alcatifa do tempo da Maria Cachucha, cheia de nódoas, para não destoar. Nessa sala não apenas ouvimos a música dos funcionários da Secretaria como as suas conversas que são do género: onde deixar os miúdos que hoje não têm escola, passando pela sogra está com uma crise de gota e o que vai ser para o jantar! (Vá lá, sempre serve para animar!)

Falando da escala, tenho que dizer que cheguei ao tribunal pontualmente às 9.30 e estive 2 horas e meia a olhar para o tecto. Ou melhor, só não estive porque levei o jornal (O Indy) e a Visão para ler. Quando acabei a leitura (incluindo o suplemento saúde no qual aprendi coisas tão importantes como a distinguir os vários tipos de melanomas ou que mentir até faz bem!) foi o código que me fez companhia (bem como a música da Anastasia e as conversas do lado!)

Devo confessar que também aproveitei o tempo para reflectir sobre as consequências do Não francês ao T.C.E.U., conclusões essas que, a breve trecho, serão publicadas num blog perto de si! ;) E ri a bom rir com a afirmação de Laurent Fabius, partidário do Não: «A França é feita de gente que não se deixa intimidar.» Pétain que o diga!

Eis senão quando, no meio do marasmo existencial que era aquele tribunal e das minhas considerações euro-atentas vêm chamar-me ao telefone porque noutro Tribunal, ali na zona, precisavam de uma advogada.

É aí que me apercebo que, possivelmente em nome do sacrossanto défice, quem faz escala no Tribunal Criminal também dá uma ' perninha' no Tribunal de Família e Menores e, na falta de parteiras, ainda é escalado para dar uma ajuda na Alfredo da Costa ! (Não faço ideia se, no turno da tarde, ainda podemos acumular funções com a recolha do lixo... Talvez (e se) quando o Carrilho for Presidente!)

Chegada ao Tribunal de Menores assisti à inquirição de um miúdo e mais não fiz do dizer 4 ou 5 palavras. De seguida passam-me para a mão a folhinha dos honorários. É que por isso, por 4 ou 5 palavras, o Estado (sim, esse mesmo, o monstro que não consegue controlar a despesa!) vai pagar-me! E o défice????????? Onde fica o DÉFICE??????????

Sic transit gloria mundi!

sábado, maio 07, 2005

«Confissões de uma estagiária»

Este bem que podia ser o título de um filme ou de um livro (talvez aquele que um dia escreverei!) mas por enquanto é tão só um post de justificação de faltas sistemáticas (será que tenho reservado um bloggosférico chumbo no fim do ano?) ...
Esta vida de estagiária, meninas e meninos, não é fácil! Acreditem ou não eu já tenho saudades das noitadas a estudar (que, no fim de contas, na pior das hipóteses seriam 10 por ano - média razoável para uma aluna que sempre preferiu guardar o sprint para a recta final!), dos dias na biblioteca passados entre os livros e as descontraídas gargalhadas no bar ou nos corredores, do stress da saída de uma nota que só me comprometia a mim e cujos méritos também eram exclusivos meus!
Saudades da saudável irresponsabilidade pontuada, de vez em quando, pelos stresses dos exames que acabavam sempre por, no final, correr bem, mesmo quando corriam mal!
E agora, que começo a receber as fitas dos amigos que este ano acabam o curso, sinto imensas saudades dos meus tempos de aluna... e penso como, há um ano, estava enganada quando pensava que estava farta da faculdade e queria começar a trabalhar à séria! É que, visto à distância, com o melhor filtro daquilo que é importante e totalmente irrelevante - o TEMPO - sei que os meus últimos anos de faculdade foram dos mais divertidos que há! A leveza, o descomprometimento, alguma irresponsabilidade, a confiança na sorte e na inteligência - em detrimento, muitas vezes, do estudo aprofundado das questões! Era bom, não era?
E agora é tudo diferente. No mundo do trabalho não nos pedem nada à excepção de uma coisa -PERFEIÇÃO. Perfeição material e perfeição formal. Atenção a tudo e responsabilização máxima. Nada de confiar que na oral o Professor não vai perguntar nada da página 460 em diante. Nada de achar que, com uma luzes, consigo responder ao exame e safar-me com um surpreendente 14! Isso acabou!
Agora é a sério e se isso custa é, exactamente, pelo mesmo motivo que crescer também custa (as tais das dores de crescimento!). E acreditem que deixar para trás a vida de estudante e começar a trabalhar, por incrível que pareça, é também um marco (talvez um dos mais definitivos) na passagem da 'adolescência' à idade adulta, embora ocorra por volta dos 22 ou 23 anos! Já repararam como há pequenos indícios que demonstram isso mesmo? A maneira de vestirmos - antes de trabalharmos alguma andávamos sempre com calças 'à senhora' ou com sapatos 'xpto' ou de fato? -, o facto de sermos tratados, de repente e a despropósito, como 'a Drª' e 'a senhora' quando até aí eramos a Beatriz, a Maria, a Inês ou a Filipa ou, simplesmente, ' a menina', ou até a maneira como temos que passar a falar e a forma como nos devemos comportar?
Se querem saber a minha opinião, isso de crescer é uma grande chatice, mas é daquelas chatices pelas quais todos passamos. E como não temos escapatória e não queremos ser uns retardados mentais - sim, porque Neverland não existe e o Peter Pan é um caso isolado - temos que aprender a lidar com a responsabilidade da nossa nova idade adulta e saber daí retirar as vantagens. Mas para isso precisamos de um tempo de habituação às novas 'funções' - que, ainda por cima, vieram para ficar, porque uma vez declarados adultos só o deixamos de ser quando de velhos tornarmos a meninos (!).
Enfim, isto tudo para dizer que a minha presença na Bloggosfera tem perdido por causa desta minha nova vida de «estagiária» que, até tem sido interessante, para além de bastante preenchida! E o Blog ressente-se mas mantém-se como o meu 'jardim infantil' privativo no qual não sou nem 'Drª' nem senhora, no qual para entrar não é preciso nenhum dressing code especial e no qual digo tudo o que me apetece! É por isso que eu gosto muito do meu SLIH, que deve mesmo ser irreverente, gostem ou não! Aliás o lema do SLIH foi e será sempre «Some like it hot and some like it not». Eu fiz a minha escolha!

sexta-feira, abril 29, 2005

Há exactamente 8 meses ...

escrevia isto sobre o fim de um ciclo...

Hoje apeteceu-me relembrar, vá-se lá saber porquê... ou talvez até saiba.

Enfim, não vale a pena dissertar sobre isso. Apenas deixar o apontamento, para mais tarde recordar!

quinta-feira, abril 28, 2005

Em Depressão

Sem tempo para 'postar', eis que as visitas caem a pique. Já não consigo lidar com a frustração bloggosférica. Estou oficial e bloggosfericamente deprimida. Conhecem algum psicólogo bloggosférico?