quinta-feira, maio 31, 2007
A greve geral
terça-feira, maio 29, 2007
O meu choque tecnológico

Com o telefone morto, não tenho maneira de saber nada da minha vida. Presumo que seja a isto que se chama dependência tecnológica...
terça-feira, abril 03, 2007
Abril
domingo, outubro 29, 2006
Na vida real...
quinta-feira, outubro 05, 2006
Posts em Atraso IV
Prazos e Atrasos, o fado nacional
quinta-feira, junho 29, 2006
Que belo começo de dia!
sexta-feira, maio 26, 2006
Coisas que eu gosto!
Comer gelados coloridos
Olhar para um mar azul
Cantar no meio da rua
Receber flores
Rir sem motivo
Megulhar nuns olhos cor de mar
Fazer anos
Sumo de morango
Receber presentes
Abrir uma carta
Ler um poema
Chupas-chupas
Sentir a relva num dia de verão
Fazer surpresas
Reencontrar um amigo
Dar um beijo
Dar uma gargalhada numa sala silenciosa
Ficar horas a conversar
Brincar com crianças (como se fosse uma criança)
Baldar-me a uma aula
Guardar um segredo
Ir ao cinema
Estrear uma roupa nova
Ver a chuva pela janela
Ler um livro numa tarde
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quinta-feira, maio 25, 2006
Algumas coisas que me irritam
Dias de chuva
Não ter saldo no telemóvel
Apanhar escaldões
Livros armados em 'intelectuais'
Não me responderem a emails ou sms
Telefonar para as Finanças
Ouvir o «Fico assim sem você»
Desmarcarem coisas em cima da hora
Fazerem-me demasiadas perguntas
Gelados derretidos
Ficar com os saltos presos no passeio
Não encontrar a música que quero o MP3
Perder o autocarro
Gente estúpida ou malcriada
Objectos/pessoas armados ao ‘pingarelho’
Críticas descabidas
Não encontrar o telemóvel quando ele toca
Agrafadores que não funcionam
Ordem dos Advogados
Sopa fria
Verniz estragado
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sexta-feira, abril 07, 2006
Accidentally in Love
Comecei a gostar d' «O Acidental» no dia do seu nascimento e mantive-me fiel até hoje. Era o meu Blog preferido, como várias vezes aqui disse (e não vou buscar ao arquivo testemunhos desnecessários!) e não o repetia apenas por simpatia pelo Paulo (que é muita) ou porque gostava de link acidentais. Fazia-o apenas por considerar que «O Acidental» era o Blog que melhor retratava uma direita moderna, frontal e liberal que fazia tanta falta a Portugal.
N' «O Acidental» podia ler o PPM, o que era sempre um prazer, acompanhar os posts do genial RMD, aprender quem é Hayek e que se escreve com k (!), ver as imagens sempre bem escolhidas pelo DBH, ler as teses do HR, reflectir com os textos, sempre certeiros, do JMB, deliciar-me com as polémicas, primeiro com o desparecido Barnabé, depois com Blogs de Esquerda e de Direita e por último com JPP... enfim, tanta coisa e tanta gente fantástica que por lá postava diariamente!
«O Acidental», mais do que um hábito, era já um vício, tal como o café logo de manhã depois de chegar ao escritório... aliás, era durante o primeiro café que lia «O Acidental», assim como os jornais diários. E agora lá acabaram os minutos acidentais, mas vá lá, fica o café!
Tudo isto para dizer que eu gostava de ler «O Acidental» e os Acidentais (uns mais acidentais que outros) e vou sentir a vossa falta.
domingo, outubro 23, 2005
quinta-feira, outubro 06, 2005
5 de Outubro

Ontem comemorou-se mais um dia 5 de Outubro (que para mim passou algo despercebido por causa da campanha autárquica) e mais uma vez eu tive vontade de perguntar porque será que se comemora a Implantação da República e não a fundação de Portugal!
Para quem não sabe, 5 de Outubro é a data mais provável da assinatura, em 1143, do Tratado de Zamora que, como todos aprendemos na escola, é o tratado pelo qual D. Afonso VII de Leão reconheceu a independência do então ainda Condado Portucalense. O título de Rei, para D. Afonso Henriques, só viria a ser reconhecido mais tarde, em 1179, com Bula Manifestis Probatus, sob o Pontificado de Alexandre III.
Pois bem, não seria normal Portugal, um dos mais antigos Estados-Nação da Europa, festejar a sua fundação e festejá-la no dia em que se constituiu como Estado Independente? Para mim, e para qualquer pessoa razoável penso que seria normal e até desejável. Mas Portugal é efectivamente um país estranho, tão estranho que prefere comemorar a implantação da República, que aconteceu em 1910, a festejar a fundação de Portugal. E é tão estranho quanto, independentemente do facto de sermos republicanos ou monárquicos, se não fosse a Fundação, em 1143, não haveria Portugal e muito menos haveria República Portuguesa!
Uma nação saudável é uma nação que tem orgulho na sua história e, muito em particular, dos momentos em que assegurou a sua independência, sejam eles o 5 de Outubro de 1143, o 14 de Agosto de 1385 (data da Batalha de Aljubarrota) e 1 de Dezembro de 1640!
Porque, no final de contas, é muito mais importante a fundação de Portugal que a implantação da República, mas isso só o passar dos anos e o distanciamento fará com que os republicanos mais convictos compreendam...
VIVA PORTUGAL!
quinta-feira, agosto 25, 2005
Pés

segunda-feira, julho 25, 2005
Posts em atraso II
domingo, junho 26, 2005
sábado, maio 28, 2005
E quanto a franceses ficamos por aqui...
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sexta-feira, maio 27, 2005
A Escala
Primeiro ponto, o tribunal não tinha condições nenhumas para funcionar como tal. A sala do Advogado é horrível, tem uma alcatifa do tempo da Maria Cachucha, cheia de nódoas, para não destoar. Nessa sala não apenas ouvimos a música dos funcionários da Secretaria como as suas conversas que são do género: onde deixar os miúdos que hoje não têm escola, passando pela sogra está com uma crise de gota e o que vai ser para o jantar! (Vá lá, sempre serve para animar!)
Falando da escala, tenho que dizer que cheguei ao tribunal pontualmente às 9.30 e estive 2 horas e meia a olhar para o tecto. Ou melhor, só não estive porque levei o jornal (O Indy) e a Visão para ler. Quando acabei a leitura (incluindo o suplemento saúde no qual aprendi coisas tão importantes como a distinguir os vários tipos de melanomas ou que mentir até faz bem!) foi o código que me fez companhia (bem como a música da Anastasia e as conversas do lado!)
Devo confessar que também aproveitei o tempo para reflectir sobre as consequências do Não francês ao T.C.E.U., conclusões essas que, a breve trecho, serão publicadas num blog perto de si! ;) E ri a bom rir com a afirmação de Laurent Fabius, partidário do Não: «A França é feita de gente que não se deixa intimidar.» Pétain que o diga!
Eis senão quando, no meio do marasmo existencial que era aquele tribunal e das minhas considerações euro-atentas vêm chamar-me ao telefone porque noutro Tribunal, ali na zona, precisavam de uma advogada.
É aí que me apercebo que, possivelmente em nome do sacrossanto défice, quem faz escala no Tribunal Criminal também dá uma ' perninha' no Tribunal de Família e Menores e, na falta de parteiras, ainda é escalado para dar uma ajuda na Alfredo da Costa ! (Não faço ideia se, no turno da tarde, ainda podemos acumular funções com a recolha do lixo... Talvez (e se) quando o Carrilho for Presidente!)
Chegada ao Tribunal de Menores assisti à inquirição de um miúdo e mais não fiz do dizer 4 ou 5 palavras. De seguida passam-me para a mão a folhinha dos honorários. É que por isso, por 4 ou 5 palavras, o Estado (sim, esse mesmo, o monstro que não consegue controlar a despesa!) vai pagar-me! E o défice????????? Onde fica o DÉFICE??????????
Sic transit gloria mundi!


