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quarta-feira, março 23, 2011

Elizabeth Taylor 1932 - 2011


Este blog gosta de homens, mas tem algumas mulheres como ícones intemporais. Liz Taylor, a gata em telhado de zinco quente, era uma delas. Não apenas pela vida apaixonada, pelo talento fulgurante, pelas jóias fabulosas, mas, muito em especial, pela mais fascinante história de amor do século XX, com o homem mais homem de todos os tempos, Richard Burton.
RIP


Actualização: Elizabeth Taylor também era uma amiga de Israel.

sexta-feira, março 04, 2011

Where a moment of beauty lasts forever

A Disney "renovou", em 2011, a parceria com a fotografa Annie Leibovitz publicando agora as novas fotografias da colecção "Disney Dream Portraits", que contam com a participação de Penelope Cruz, Jeff Bridges, Alec Baldwin, Olivia Wilde e Queen Latifah. Uma vez mais, as imagens não desiludem e recriam, de forma mágica, o universo fantástico da Disney. Como se diz pelo facebook, "like".



segunda-feira, fevereiro 14, 2011

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Uma questão de formato

Fomos todos convocados a reflectir sobre a abstenção e eu lá o fiz, ainda que a custo, e depois de ponderar as vantagens e desvantagens do voto obrigatório cheguei à seguinte conclusão: o problema está na forma antiquada como as eleições se processam. Os Portugueses, já se viu, estão cansados da política "tradicional", dos debates e dos outdoors. Por isso, para uma campanha mais dinâmica, animada e participada, temos de mudar de formato.

Entregaria, assim, a organização das eleições presidenciais à TVI, com apresentação da Fátima Lopes e do Manuel Luís Goucha. Seriam umas Presidenciais em formato reality show:

1. Uma auto-caravana que vai correndo o país (Simple Life), os candidatos a PR, câmaras 24 horas/dia.
2. Pequenos programas diários com notícias sobre o dia. Especial diário sobre cada um dos candidatos.
3. Gala semanal em que os candidatos vão sendo eliminados pelo público.
4. Os candidatos, durante a duração do programa (campanha) são convidados não apenas a debaterem questões políticas de relevância nacional, mas também a descobrir o segredo dos adversários (Secret Story); a cantar (American Idol); a dançar (So You Think You Can Dance); a ser fotografados para uma revista de moda (Next American Top Model); e a ser pesados semanalmente (The Biggest Loser).
5. Gala final, na noite de passagem de ano, em que já estão apenas os dois candidatos preferidos do público. O candidato mais votado ganha. O anúncio deverá ser feito imediatamente depois da meia-noite.

segunda-feira, janeiro 17, 2011

So cute...


Chris Colfer accepts the Golden Globe for his role as Kurt in the Glee Series. I like that!

GOLDEN GLOBES 2011


To make a long story short, só algumas notas breves.

1. O filme que eu não quis ver (porque achei que seria alguma coisa "menor") arrecadou alguns dos mais importantes prémios da noite - melhor filme, melhor realizador e melhor argumento. Agora não me resta alternativa se não ir ver.

2. A série à qual eu me rendi (GLEE), também foi uma das vencedoras da noite. Menos mal!

3. Johnny Depp mais uma vez não ganhou. Há injustiças que demoram tempo a ser corrigidas.

4. A crise torna-se verdadeiramente um assunto grave quando chega à Red Carpet.

O comentário ao que verdadeiramente interessa (the RED CARPET) virá em breve.

sábado, janeiro 15, 2011

Material Boy



Achei que poderia passar sem escrever sobre o tema do momento. Primeiro, porque, para mim, casos de polícia são apenas isso: casos de polícia. Segundo, porque a crónica social fútil não me interessa especialmente (se é para ser completamente fútil prefiro escrever sobre sapatos, carteiras, roupas ou hotéis). Porém, a dimensão sociológica que tomou o “caso Carlos Castro” interpela-me (como nos deve interpelar a todos) e obriga-me a pensar sobre o que não está bem no nosso país. Basta ler os comentários nos jornais, ler alguns blogs ou ver as páginas de “apoio” que nascem no Facebook, como cogumelos, para uma pessoa normal e equilibrada ser forçada a perguntar-se: “Será isto normal?” Não, não é normal um país em que há pessoas que entendem por bem defender os actos de um homicida. (E não falo aqui de uma família em choque que, com toda a naturalidade, quererá defender um dos seus, apesar do horror dos actos por ele praticados). Falo de um país que vem para os comentários e para as redes sociais defender o indefensável, a coberto da protecção da “rede”.

Eu não faço juízos de valor sobre Renato Seabra (“RS”). Não o conheço para saber se era um estudante exemplar ou um “menino de ouro”. Apenas sei que ele matou e torturou um homem, num crime abjecto, que não pode ser desculpado. RS agiu em surto psicótico? Talvez. Como em surto psicótico agirão, todos os dias, assassinos, pedófilos e violadores e nem por isso a sociedade os desculpa. Porque, com surtos ou sem eles, cometem crimes hediondos que a sociedade (e muito bem) não está disposta a aceitar.

Então porquê desculpar o crime de RS? Porquê as referências a ele, sistemáticas, como “menino”? RS tem 21 anos. Há muito que passou a infância e é um homem adulto. Até onde sabemos, também não seria incapaz. É um adulto: um homem que matou outro homem. Então, porquê a complacência? Porque será, também, que muitos o desculpam dizendo que foi Carlos Castro que se aproveitou de um jovem inocente, quando, todos os dias, a sociedade condena, à partida e sem qualquer pudor, a jovem mulher de 21 anos que se aproxima do homem mais velho? Porque será que nunca ouvimos dizer que J. Howard Marshall se aproveitou da inocência da muito jovem Anna Nicole Smith para a levar a casar-se com ele?

Será que o factor “x” deste caso é o facto de Carlos Castro ser homossexual? Possivelmente. Se Carlos Castro tivesse sido morto por uma “menina” de 21 anos num quarto de hotel em NYC, não tenho qualquer dúvida dos comentários que veríamos sobre a psicopata/vilã que se aproveitou, sem pudor e sem vergonha, do homem mais velho. Seria condenada, sem apelo nem agravo, por essa “sociedade dos comentadores de bancada”, tal como o foram os pais da Maddie, por exemplo.

Mas não foi uma “coelhinha-psicotapa”. Foi um “menino” e como tal é fácil colocá-lo na posição da vítima de abusos intoleráveis, incapaz de repelir os avanços da “velha-raposa” a não ser recorrendo a mais de uma hora de tortura e maus tratos que resultariam na morte do “agressor”. Com sorte, para estes comentadores de bancada, RS terá agido em legítima defesa, e a violência utilizada terá sido proporcional à “violência sofrida”. Razoável, não é?

Como sociedade devemos reflectir sobre tudo isto. Devemos reflectir sobre páginas com centenas de fãs que têm por título “matar homossexuais não deveria ser crime”. Um país que se comporta assim, não está bem. E isto, infelizmente, o FMI não virá resolver.

segunda-feira, março 08, 2010

Oscars



Pela primeira vez em muitos anos (talvez desde 1995) não vi os Oscars. Nada. Nem a abertura, nem a Red Carpet, nem o final da noite com os Oscars "grandes", NADA! A televisão belga não ajudou e o computador escolheu, precisamente, a noite de ontem para ficar sem cabo, o que me impediu de acompanhar a cerimónia online. Por isso mesmo, não posso comentar a apresentação de Steve Martin e Alec Baldwin, nem os acceptance speaches, nem os momentos musicais ou o clássico filme de abertura.

Posso, porém, comentar os prémios atribuídos (e as nomeações que faltaram) e, naturalmente, a RED CARPET (em posts que se irão suceder). Começando pelos prémios e fazendo desde já o aviso que não vi todos os filmes concorrentes e que não tenciono ser imparcial:

Melhor actor: como sempre, estava num dilema. Clooney contra "os outros". Clooney só pelo facto de ser o Clooney, embora tenha perfeita consciência de que Clooney a fazer de Clooney não dá direito a Oscar. E é isso que se passa em Up in the Air. Já Morgan Freeman (Invictus) e Colin Firth (A Single Man) mereciam todos os prémios pelas suas maravilhosas interpretações, como Mandela (é difícil interpretar uma lenda vida) e George, respectivamente. Mas talvez destacasse o "Mr. Darcy" este ano, pela forma irrepreensível como dá vida a um torturado e amargurado professor, naquele que planeara ser o último dia da sua vida. Não há naquela interpretação lugar ao exagero, ao preconceito, ou ao lugar comum. É simplesmente brilhante!

Melhor actriz: categoria em que concorriam dois pesos-pesados - Helen Mirren e Meryl Streep -, mas na qual se destaca uma "novata" que dá vida a Jenny no drama "An Education". Tal como Firth, também ela faz uma interpretação contida, sem cair nos lugares comuns ou na vulgaridade, de uma jovem estudante inglesa que prefere viver um sonho, mesmo sabendo que possivelmente o preço a pagar pela ousadia será alto. Não vi, porém, a interpretação de Sandra Bullock, actriz que não gosto particularmente e que não consigo deixar de associar à Miss Detective!

Argumento original - mais uma vez repito que UP merecia ganhar nesta categoria por ser uma metáfora fabulosa do que é a vida, sem usar clichés e sem ser moralista (pelo menos no que é a forma clássica do moralismo Disney). Inglourious Basterds também teria sido uma escolha adequada, premiando a originalidade!

Realização - aqui tenho profundas divergências com a Academia! Como é possível Tom Ford não estar nomeado???? Tudo bem que vem da moda. Tudo bem que é estreante. Tudo bem que pegou num tema polémico. Mas se há uma coisa que o filme "A Single Man" tem de extraordinário, é a realização. O uso da cor (que vai do sépia às cores vivas), os planos, a câmara que viaja pelos pensamentos do protagonista, tudo é trabalhado com particular cuidado e o resultado final é brilhante. Mas destaque também ao mestre Tarantino - que estava nomeado -, pelo fantástico trabalho atrás da câmara em Inglourious Basterds.

Melhor filme: esta ano não vi nenhum filme que merecesse, de caras, o prémio de Melhor Filme do ano. Mas, dos 10 nomeados, talvez escolhesse o Inglourious Basterds. Mas lá está, não é "policamente correcto" o suficiente para encantar a Academia. É bem melhor premiar uma história sobre o Iraque, agora que estamos em "ressaca W. Bush".

domingo, novembro 01, 2009

segunda-feira, junho 29, 2009

GOODBYE YELLOW BRICK ROAD



Duas das minhas preferidas de SEMPRE pelo grande(ENORME) Sir ELTON JOHN ontem no Pavilhão Atlântico!!!!!!! Ouvi-lo e vê-lo foi melhor do que "fechar" (nesse mesmo Atlântico) o Tratado de Lisboa!!!!

quinta-feira, abril 16, 2009

The Tudors



Já vi as duas primeiras sérias, completas, e AMEI. Apesar dos erros históricos (alguns deles, clamorosos), apesar das incorrectas interpretações da História, apesar da fraca correspondência da história (plot) aos factos... porque, no final de contas, o que interessa, é a brilhante interpretação de Jonathan Rhys-Meyers (o melhor Henry VIII, ever) e toda a fabulosa recriação do que seria a Corte na época Tudor.

A série tem a virtualidade de nos fazer querer ser parte daquele mundo, amigos, conselhieros ou amantes do Rei, e viver naquele permanente clima de intriga, traição, medo e paixão.

Não é certamente por acaso que os ingleses adoram Henry VIII e lhe dedicam páginas infindas de compêndios e dissertações, como eu bem pude verificar há uns anos, em Cambridge, quando mergulhei na História dos Tudors, através da história dos vários palácios que este Rei mandou edificar. E não me esqueço daquela que era uma frase muito frequente nas crónica da época e que descrevia Henry VIII como "the handsomest prince ever seen".

Este Henry VIII dos Tudors recria esse mesmo Rei, jovem, impulsivo, alegre e apaixonado, que Erasmus classificou um dia como "universal genius", bem longe da figura do balofo tirânico que muitas vezes nos ocorre ao pensar no Rei que mandava cortar a cabeça às suas mulheres...

Conclusão: quero a III Série, rápido!

segunda-feira, janeiro 19, 2009

The Red Carpet



Quando ouvimos falar das cerimónias dos Golden Globes ou dos Oscars é normal associarmos, de imediato, a ideia de Red Carpet, ou seja, a feira das vaidades em que senhoras (e cada vez mais senhores) se mostram, pousam para as câmaras e dão conta de quem os veste. É normal, espectável e alimenta televisões, sites e revistas, all over the globe.

Porém, tal feira de vaidades não é tão habitual para o Inauguration Day. Ou, pelo menos, não era... no entanto, mudam-se os tempos e eis que teremos uma futura Secretary of State, Hillary Clinton, vestida para as "cerimónias inaugurais" por Oscar de la Renta, que não se coíbe de comentar, em público e para o público, o vestido que criou, quais a cores que Hillary vai usar e tudo o mais que é habitual ouvir-se a propósito de uma estrela de Hollywood mais pouco comum quando nos estamos a referir à "farpela" de um membro do governo.

A 1 dia do Inauguration Day, resta-nos, pois, esperar pela "cerimónia" da Red Carpet e ver o que Michelle Obama irá vestir.

GOD BLESS AMERICA, land of the free and home of the Red Carpet!

quarta-feira, março 19, 2008

«It's just like Meca!»




Vale a pena visitar o site oficial do filme, e ver as imagens e o video! Aiiii aquelas mesas cheias de sapatos e carteiras... é o PARAÍSO!!!! Tudo o que eu precisava para me reconciliar com este dia de chuva era uma mesa cheia de Manolo Blahnik's! God!!!!!

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Eu tinha que fazer este post



Esta senhora está nomeada para 2 Oscars na categoria de melhor actriz (leading and supporting), trabalhou com Clive Owen e Brad Pitt no ano que passou, teve ao seu dispor o mais fabuloso guarda roupa do ano no filme Elizabeth, the Golden Age e ainda é considerada, por todas as publicações respeitáveis no mundo na moda, uma das mulheres mais elegantes de 2007. Motivos mais do suficientes para ter aquele mau sentimento que se denomina inveja.

terça-feira, janeiro 22, 2008