
domingo, outubro 16, 2005
sábado, outubro 15, 2005
What's Your Ideal Marriage Proposal?
| Your Ideal Marriage Proposal Is |
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E, já agora, a cantar o Come What May....... como no meu postal de anos oferecido pela 'grupeta' maravilha! Era lindo, não era?????
What Color Nail Polish Best Fits You?
| Your Nail Polish Color is Magenta |
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Why your style rocks: You have the attitude to carry the most outrageous outfits off What this color says about you: "Look at me. I know you want to!" |
Are you a good girl??????
| You Are a Normal Girl |
![]() You are 50% Good and 50% Bad Sure you've pulled some bad girl stunts in your past.But these days, you're (mostly) a good girl. |
Girl Power

Falar de blogs de mulheres

terça-feira, outubro 11, 2005
Maria José Nogueira Pinto
Confesso que antes destas eleições não fazia parte daquele grupo de CDS’s que adoravam a ‘Zézinha Nogueira Pinto’ e que a consideravam uma reserva do partido pronta a saltar da cartola a qualquer momento, antes pelo contrário (!). Não sei se por causa do congresso de Braga e da triste história do Rato Mickey, MJNP não merecia grande simpatia da minha parte e, ao vê-la candidata, imaginei um resultado bem pior do que aquele que se veio a concretizar.
Feito o devido enquadramento, tenho que confessar que MJNP foi, para mim, uma agradável surpresa nesta campanha. Das ocasiões em que estive com ela, em acções de campanha, apercebi-me que é uma mulher com ideias claras e convicções firmes, que sabe o que quer e por onde ir mas que também não tem medo de revelar algumas fraquezas. Uma mulher que não entra em jogos mediáticos mas faz o trabalho de casa e raramente fala sem saber do que fala. Talvez todas estas qualidades sejam pouco apreciadas numa política que é cada vez mais show mediático, que prefere os holofotes às ideias e os sound bytes a propostas exequíveis. Mas MJNP foi fiel a si própria e ao seu estilo, que impôs à campanha de Lisboa, e por isso mesmo já ganhou. Ganhou o respeito, a simpatia e a admiração daqueles que puderam ver o seu trabalho.
A campanha de MJNP não apresentou grandes projectos, grandes temas ou grandes ideias. Falou de coisas simples e deu importância ao essencial que, infelizmente, é tantas vezes invisível aos nossos olhos. A campanha não andou nos grandes palcos mediáticos preferindo as reuniões e as visitas institucionais que deram, sem dúvida, lastro à campanha e prepararam a candidata para ganhar os debates, como foi acontecendo, e a merecer o apoio unânime dos comentadores.
E se MJNP fez, e bem, este caminho, faltou-lhe o resto. A campanha que anda de porta em porta, de bairro em bairro, de feira em feira. A campanha que, tendo ideias, as sabe converter em sound bytes. A campanha que, tendo o lastro necessário também sabe descer à rua e chegar aos cidadãos.
Ainda sobre fusões
Hoje o Dr. Ribeiro e Castro congratula-se com as 19 Câmaras conquistadas em coligação, mas eu não posso deixar de ficar espantada quando vejo que, por exemplo, em Gaia, em 8 vereadores da 'coligação' apenas um é do CDS. Que proporção é esta? A que preço negociámos as coligações??? Como estará o Partido no dia em que a coligação acabar? Será que nos aguentamos quando formos a eleições sozinhos? Estas são questões importantes que as tais '20 câmaras' não podem escamotear!
É neste contexto de subalternização do CDS face ao PSD - que nunca tínhamos vivido, nem mesmo quando fomos governo ao lado do PSD - que é fundamental que o CDS apresente um candidato presidencial, porque não é admíssivel, nem desejável, que o nosso partido se vergue e ajude a eleger, pelo menos numa primeira volta, aquele que foi a causa do nosso declínio na década de 90 e que nunca, NUNCA, se preocupou com o CDS nem com a nossa existência. Nós temos memória, e devemos tê-la, e sabemos que foi o Professor Cavaco que fez do CDS o partido do taxi, por isso qual é agora a nossa obrigação moral de o ajudar a eleger?
O CDS não tem que ser o menino bem comportado face ao PSD e não tem que acolher nos seus ombros, sozinho, o peso do sentido de Estado. Nós não temos dívidas morais nem políticas para com o Professor Cavaco Silva e por isso, nestas eleições Presidenciais, estamos totalmente livres e devemos ser arrojados e, acima de tudo, sermos nós próprios. O CDS não ganha votos com esta postura de menino bem comportado, caladinho e seráfico, mas pode encontrar o seu caminho se voltar a ser a voz da oposição, como já foi - capitalizando a fraca dimensão política do líder do PSD - e não deixando cair as bandeiras que sempre o caracterizaram! O caminho do CDS é rasgar os tabus do cinzentismo e afirmar, orgulhosamente, a nossa diferença - já que estamos na época do orgulho na diferença. Orgulho em sermos de Direita, orgulho em sermos arrojados, orgulho em termos valores e bandeiras, orgulho em termos sido Governo e termos tido excelentes governantes, orgulho em termos apenas 7%, mas em termos sido a voz de muitos portugueses e de muitos que, pela primeira vez em Fevereiro deste ano, nos confiaram o seu voto por terem acreditado que o CDS estava renovado, pronto para ser governo e com bons quadros para oferecer ao país.
É esse CDS que tem que voltar porque foi esse CDS que conquistou novas fronteiras em Fevereiro, fronteiras que são as que verdadeiramente nos interessam e são o nosso futuro. E, na minha opinião, as Presidenciais podem ser uma boa altura para mostrar, a quem é de Direita, que a solução não é o cinzento Professor Cavaco mas alguém de Direita, com ideias e com voz, com coragem e combatividade!
Numa segunda volta, à qual estamos fatalmente condenados, logo o CDS pode dar uma lição de sentido de estado e respeito democrático que, dificilmente, imagino o PSD a fazer se, por mera hipótese académica, numa segunda volta tudo se decidisse entre um candidato de esquerda e um do CDS. Não nos esqueçamos que Cavaco Silva foi o homem que apoiou Soares na reeleição, em detrimento de Basílio Horta. Se na altura o Professor não se preocupou com a Direita, porque seremos nós agora a preocupar-nos?
segunda-feira, outubro 10, 2005
A prova da decadência autárquica do CDS
Ele é da idade!
Resultados
Foi, por último, um mau resultado na minha freguesia, naquela em que eu dei a cara pelo CDS e na qual, não apenas falhei o objectivo da eleição para a Assembleia de Freguesia como perdi 200 votos face a 2001. Não me escondo nos 2.000 eleitores que Alcântara perdeu e assumo esta derrota não ficando nada tranquila ao saber que na minha freguesia (como na cidade) o CDS passou a quinta força política.
domingo, outubro 09, 2005
Alguém pára este senhor?
Para descontrair, trato da roupa!

Hoje, pela segunda vez, vou a votos... será desta que sou eleita??????????
quinta-feira, outubro 06, 2005
5 de Outubro

Ontem comemorou-se mais um dia 5 de Outubro (que para mim passou algo despercebido por causa da campanha autárquica) e mais uma vez eu tive vontade de perguntar porque será que se comemora a Implantação da República e não a fundação de Portugal!
Para quem não sabe, 5 de Outubro é a data mais provável da assinatura, em 1143, do Tratado de Zamora que, como todos aprendemos na escola, é o tratado pelo qual D. Afonso VII de Leão reconheceu a independência do então ainda Condado Portucalense. O título de Rei, para D. Afonso Henriques, só viria a ser reconhecido mais tarde, em 1179, com Bula Manifestis Probatus, sob o Pontificado de Alexandre III.
Pois bem, não seria normal Portugal, um dos mais antigos Estados-Nação da Europa, festejar a sua fundação e festejá-la no dia em que se constituiu como Estado Independente? Para mim, e para qualquer pessoa razoável penso que seria normal e até desejável. Mas Portugal é efectivamente um país estranho, tão estranho que prefere comemorar a implantação da República, que aconteceu em 1910, a festejar a fundação de Portugal. E é tão estranho quanto, independentemente do facto de sermos republicanos ou monárquicos, se não fosse a Fundação, em 1143, não haveria Portugal e muito menos haveria República Portuguesa!
Uma nação saudável é uma nação que tem orgulho na sua história e, muito em particular, dos momentos em que assegurou a sua independência, sejam eles o 5 de Outubro de 1143, o 14 de Agosto de 1385 (data da Batalha de Aljubarrota) e 1 de Dezembro de 1640!
Porque, no final de contas, é muito mais importante a fundação de Portugal que a implantação da República, mas isso só o passar dos anos e o distanciamento fará com que os republicanos mais convictos compreendam...
VIVA PORTUGAL!





