terça-feira, setembro 04, 2007

As Beatrizes é que estão a dar...



Há mais uma Beatriz no mundo desde o passado dia 18... consta que nasceu bem e que é um anjo (por agora)!

Como homónima da criança e amiga dos babados papás, não poderia deixar de dar os meus parabéns à família recém alargada e à Beatrizinha recém-nascida, a quem, a ver pelo nome, auguro um futuro cheio de feitos brilhantes! ;)

Lago di Como




Que dizer do Lago di Como??? Que é a residência italiana do George Clooney??? Pois é... mais é muito mais do que isso. É um local fabuloso onde encontramos uma paisagem arrebatadora!

Não há muito a dizer para descrever a pequena aldeia (ou algo mais do que isso) pitoresca no fim de um dos braços do lago: é pequena mas encantadora, com o seu Duomo e umas ruas adoráveis.

E depois há o lago... imenso e intenso, rodeado de encostas verdes onde se avistam casas fabulosas (incluindo a Villa Oleandra). Como não gostar do Lago di Como e não querer comprar aqui um bocadinho de paraíso???

Por fim há o George, esse factor x que é um plus para qualquer local do mundo, por muito fantástico que seja...

segunda-feira, setembro 03, 2007

Milão



Milão, a terceira maior área metropolitana da Europa, desde a idade média que representa o papel de centro comercial, industrial e financeiro a nível europeu. Além disso, tem todos os restantes atributos que fazem uma cidade cosmopolita e moderna.

Diferente de todas as outras cidades italianas por onde passei, Milão será provavelmente aquela que reúne as características típicas de uma moderna capital: é o centro financeiro de Itália, é a maior área metropolitana do país em termos de população e é o grande pólo industrial do país. Muitas das marcas que imediatamente associamos a Itália são, efectivamente, de Milão, vejamos o caso da Alfa Romeo e da Armani, e nem precisamos de lembrar os grande clubes de futebol como o AC Mìlan e o Inter, também eles símbolos da cidade.

Para além disso, é uma cidade arquitectonicamente muito equilibrada tendo, apostado nos últimos anos na construção de modernos edifícios, por grande arquitectos, como Renzo Piano e Norman Foster, que mudarão, definitivamente, o skyline de Milão. Soma-se a tudo isto a dimensão história, artística e cultural que será sempre associada a Milão quer pelo intemporal La Scala quer pela indústria da moda que dá a Milão aquele toque de glamour tão sedutor.

Milão é uma cidade fabulosa, embora não possua a magia de Veneza, o encanto de Florença ou a grandiosidade de Roma, porque na sua imensa simplicidade e funcionalidade mantém todo o seu carácter e personalidade, num país de contrastes, sendo uma cidade, simplesmente, equilibrada!

Veneza



Veneza é uma cidade que me provoca um misto de emoções, porque é, de facto, diferente de tudo o que conhecia... Não é apenas por ser um aglomerado de ilhas e canais, nem tão pouco pela sua arquitectura tão própria ou sequer pela mito que se criou sobre a cidade dos apaixonados. É porque é Veneza, simplesmente.

O que posso dizer, mesmo correndo o risco de perder qualquer pretensão de originalidade, é que Veneza primeiro estranha-se, mas depois entranha-se. Estranha-se por percebermos que estamos numa cidade que percorre, lenta e desapaixonadamente, o caminho da decadência mas que, ainda assim, mantém a capacidade de sedução de outros tempos (um bocadinho como Norma Desmond do Sunset Boulevard). Entranha-se porque mais nenhuma cidade do mundo tem a capacidade teatral de Veneza... E, possivelmente, só quem tem alma de artista consegue amar uma cidade que é um palco, um cenário que vive, dia após dia, uma longa peça que termina sempre quando todos nós, os que diariamente subimos àquele imenso palco e, com as nossas histórias, lhe emprestamos um pouco da nossa vida, regressamos às nossas casas e deixamos Veneza aos seus pouco mais de 62 mil habitantes. Contrastes marcantes numa cidade que inspira sonhos em viajantes mas que perde habitantes todos os anos...

Assim, e de forma muito simples, vejo Veneza como um palco e por isso me faz tanto sentido encontrar máscaras venezianas por todos os lados... realmente Veneza é toda ela um grande hino às performings arts, porque ela própria representa um papel que há muito abandonou: o de ser uma cidade viva!

Por fim, adoraria voltar a Veneza no Carnaval porque, de facto, não imagino nenhum outro lugar no mundo onde o Carnaval possa fazer mais sentido que nas ruas labirínticas e nos canais intermináveis de Veneza...

Enquanto isso em França




«George Clooney honoured by French government: George Clooney thanked France for its efforts in the Darfur crisis Sunday as he accepted a prestigious government award marking his achievements in cinema. Clooney, who has used his notoriety to call attention to ethnic cleansing in the western part of Sudan, was presented with the "Chevalier des Arts et Lettres" medal by French Culture Minister Christine Albanel on the fringes of the American Film Festival in Deauville, France. Albanel hailed Clooney as the "quintessence of an American actor," noting his "limitless talent" and "irresistible charm.


Eu sempre achei que Sarkozy representaria um turning point na política externa Francesa, mas nunca imaginei que fosse tão positivo...

Eu hoje acordei aqui


Banyan Tree Bangkok, Tailandia

Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência... mas a realidade revela-se demasiado repetitiva!

sexta-feira, agosto 31, 2007

Sempre atrasado...



George Clooney a chegar ao Festival Internacional de Cinena de Veneza para a Première Mundial do seu novo filme, Michael Clayton.

Cultura à sexta



Desde dia 1 de Agosto, no Palácio do Freixo, no Porto, está aberta ao público uma exposição com 285 peças de Salvador Dali, entre desenhos, esculturas e quadros originais.

Salvador Dali, pintor catalão, é, porventura, o maior ícone do movimento surrealista, sendo conhecido não apenas pela sua personalidade excêntrica e provocadora, mas sobretudo pelas suas obras de inegável qualidade plástica mas de difícil percepção para uma visão realista. Dali não apenas cria arte como recria e reinventa conceitos banais e prosaicos, fazendo uma flor voar ou um rosto decompor-se. E mesmo quando evoca elementos bizarros ou, até mesmo, tétricos, fá-lo com tal mestria que o resultado final é belo.

Dali teve o seu treino, como pintor e escultor, na Academia de San Fernando, tendo sido arrebatado pelas tendências modernistas, tal como o Simbolismo, Cubismo e o Dadaísmo, e pelos mestres Picasso e Juan Miró, que influenciaram profundamente as suas obras e o seu estilo. Salvador Dali, com o seu génio artístico, conseguiu conciliar todos os estilos de arte desde o classicismo mais académico à vanguarda mais avançada, fazendo-o por vezes numa mesma obra.

As suas obras são, de igual modo, marcadamente influenciadas pelas teorias Freudianas da psicanálise, sendo os seus quadros muitas vezes imagens de sonhos, confusas e desconexas, que só podem ser 'lidas' pelo subconsciente, uma vez que o surrealismo, tal como Dali o descrevia, é a tentativa de transformar em imagem a irracionalidade.

A exposição de Dali permanecerá no Freixo até dia 4 de Novembro, todos os dias das 10:00 às 22:00, e merece certamente uma visita.


quinta-feira, agosto 30, 2007

Malas SLIH



Homenagem mais do que merecida às minhas malas lindas, as minhas Bric's Sintesis green-olive, companheiras de tantas viagens, cheias de charme e ultra funcionais! Garanto que estas malas aguentam quase tudo (maus tratos incluídos) e são verdadeiramente mágicas quando conseguem transportar o dobro das coisas que inicialmente poderíamos imaginar... Seria impossível encontrar 'luggage' mais SLIH, sobretudo sabendo que fábrica Bric's fica em Como!

«Bric's expresses a cosmopolitan style and taste, through practical and functional designs combining trendy colors and state-of-the art materials

Florença - Sienna - Pisa



Florença é, na nossa cabeça, a cidade do Renascimento, da arte, do Duomo, do David de Michelangelo, de Dante Alighieri, dos Medici... cidade de mil e uma histórias de príncipes e envenenadoras, mulheres anjos e poetas apaixonados, artistas e mecenas!

E curiosamente (ou não), não desilude nenhuma destas ideias pré-concebidas! Florença é tudo isto e muito mais ainda... é uma cidade verdadeiramente encantadora que consegue fazer a sua magia sobreviver a um dia de chuva intensa (o que, vos garanto, não é tarefa fácil!). É perfeitamente possível passearmos pelas ruas florentinas e imaginarmo-nos dentro das páginas da Divina Comédia ou reinventarmos uma cruel conjura contra Lorenzo di Medici! Uma cidade que derrama charme e beleza e encanta mesmo o visitante mais distraído...

Sienna, tradicional rival de Florença, é, igualmente, uma fabulosa pequena cidade italiana, com ruas íngremes e estreitas onde, a cada esquina, espreita um prédio lindo, numa igreja renascentista, uma lojinha de peles cheia de charme ou uma fabulosa catedral em mármore de cores.

Quanto a Pisa, a sua famosíssima Torre inclinada garante um permanente corrupio de turistas e curiosos que querem ver, de perto, o mais célebre erro de engenharia. Porém, à excepção da Torre e do Duomo, não considero que Pisa mereça uma visita... não encanta nem seduz como as suas duas vizinhas Toscanas.

Roma



Itália é um país de contrastes e de diversidade. Não é possível encontrar uma unidade num Estado cuja história é atravessada por duríssimas disputas e nacionalismos vincados, mas essa é, talvez, a maior riqueza Italiana. Quem percorre o país apercebe-se, com facilidade, das diferenças e isso faz com que cada cidade visitada seja uma experiência única!

Posto isto, a minha viagem italiana começou, como não podia deixar de ser, por Roma. Roma antiga, Roma Imperial, Roma centro da Cristandade, Roma moderna capital! Várias "Romas" que coexistem, com as suas ruínas, fontes, Igrejas, avenidas e lojas de designers, naquilo a que eu chamaria "caos harmonioso".

Podemos não considerar Roma uma cidade equilibrada ou funcional, mas a sua magia, na minha opinião, reside aí mesmo. Em Roma respiramos História ao mesmo tempo que nos deslumbramos com a magnífica loja Fendi no cruzamento da Via del Corso com a Via Condotti. Não é possível (ou sequer desejável) encontrar um padrão urbanístico numa cidade que foi fundada (acreditando ou não na lenda) no século VIII a.C. e que foi, desde então, primeiro o centro o Império Romano e depois o centro da cristandade, atraindo gentes de todas as proveniências e tendo, em meados do século I d.C., mais de um milhão de habitantes (!). Nas suas ruas convivem, em permanente diálogo, mais de 25 séculos, com as suas ruínas romanas e as avenidas largas rasgadas no Risorgimento, os seus palácios renascentistas e as velhas casas medievais!

Por tudo isso, pela sua imensa variedade e riqueza, Roma merece, sem dúvida, a designação de cidade eterna, porque a sua história se confunde, em muitos períodos, com a história da civilização ocidental, e Roma é, até hoje, símbolo de grandes conquistas da humanidade, seja a repartição de poderes da República (que inspira o sistema constitucional americano), seja a construção de verdadeiras obras de engenharia (e de arte), seja a romanização!

segunda-feira, agosto 27, 2007

NYC kind of girl

You Belong in New York

You're a girl on the go, and LA's laid back lifestyle isn't really your thing.
You prefer a city that never sleeps, and people as ambitious as you are.
Cultured and street smart, you can truly appreciate everything New York has to offer.

Não podia ser mais acertado!

Your Famous Movie Kiss is from Gone With The Wind

"Great balls of fire. Don't bother me anymore, and don't call me sugar."

domingo, agosto 26, 2007

Eu hoje acordei aqui


Lago di Como

Mesmo sem o encanto extra trazido pelo factor Clooney, o Lago di Como seria sempre um local maravilhoso onde acordar e olhar o imenso lago, as montanhas e aquele verde fabuloso que nos rodeia. E nada melhor do que começar o dia com um passeio de barco e sentir o sol a queimar a pele enquanto o vento passa suave (ou nem tanto) por nós.

SLIH è ritornato

Depois de 10 dias de ausência blogosférica, o SLIH está de volta ao activo. Oportunamente serão apresentados os apontamentos da viagem bem como as fotografias que a documentam. Por agora o post do dia, comme il faut!

domingo, agosto 19, 2007

Eu hoje acordei aqui


Hotel Hassler, Roma, Italia

A poucos passos da Escadaria da Praça de Espanha, no coração da Roma "de la moda", com a Via Condotti e a Via del Corso para nos encantarem o fim de tarde com as suas montras fabulosas...

sexta-feira, agosto 17, 2007

SLIH in Italia



Ciao letori! Ci vediamo pronto!

Cultura à sexta



Pyotr Ilyich Tchaikovsky, compositor russo nascido em 1840 em São Petersburgo, é um dos mais aclamados compositores do final do século XIX, sendo que a sua obra se tornou conhecida e admirada pelas melodias distintamente russas que criava. Tchaikovsky é um dos poucos compositores que se sentia igualmente confortável escrevendo óperas, sinfonias, concertos e obras para piano, tendo-nos deixado uma vastíssima obra.

Com formação na área da ciências jurídicas, Tchaikosvky cedo, porém, manifestou o seu génio musical, quando aos 8 anos já lia partituras difíceis com a mesma facilidade que a sua professora de piano. Particularmente sensível ao trabalho de Rossini, Bellini, Verdi e Mozart, Tchaikosvky cresceu com o gosto da música e quando a sua mãe morreu, em 1854, Tchaikovsky compôs uma valsa em sua memória. Impressionado com esta reacção, o pai contratou um dos maiores professores de piano da época, Rudolph Kündinger, que terá dito que não encontrava em Tchaikovsky as qualidades necessárias para um compositor, nem tão pouco, para um 'performer'.

Estava, porém, o mestre errado e Tchaikovsky, apesar de acabar os seus estudos de Leis, e conseguir uma colocação no Ministério da Justiça, decidiu estudar música no Conservatório de São Petersburgo onde acabou por se tornar um dos mais afamados professores, tendo uma relação até hoje pouco clara, com o 'Grupo dos Cinco', um grupo nacionalista e progressista de músicos liderado por Mily Balakirev que ligava Tchaikovky à oposição conservadora e o criticava pela natureza mais 'internacionalista' da sua música. De todo o modo, uma colaboração entre Tchaikosvsky e Balakirev produziu a sinfonia Romeo e Julieta.

Na parte final da sua carreia Tchaikovsky tornou-se maestro em Moscovo e foi condecorado pelo Czar Alexandre III, em 1885 com a Ordem de São Vladimir. Morreu em 1893, estando a sua morte até hoje envolta em mistério.

De entre as suas obras mais conhecidas e aclamadas, estão os seus Ballets como «O Lago dos Cines» e «O Quebra-Nozes», as Óperas «Dama de Orleans» e «Rainha de Espadas» e as Sinfonias «Pequeno Russo», «Polonesa» e «Sonhos de um dia de Inverno».

Constatações de facto



Estava a ver preços de comboios e acabei de constatar que é mais barato ir de Roma a Florença em 1.ª que de Lisboa ao Porto em 2.ª...

quarta-feira, agosto 15, 2007

The Simpsons Movie



Paródia às famílias e às suas crises e problemas. Paródia aos Estados Unidos e à sua tradicional 'american way of solving problems'. Paródia ao Governo e ao método de formação da decisão política. Aviso para os problemas do ambiente; para a degradação dos costumes; para o desmantelamento das famílias e, no final, a moral da história: é possível emendar o que fizemos de errado e tentar encontrar o caminho certo, e se tivermos a ajuda daqueles que amamos será muito mais fácil.

É um filme non-sense cheio de sentidos, no meio do sentido nenhum que se tira daquilo tudo!

The Simpsons are back and a sequel is already being prepared!

Música SLIH



My all time band: Queen!

Nasci e cresci embalada pelos ritmos desta banda inglesa, nascida nos finais da década de 60, cuja alma residia no fabuloso e até hoje inimitável Freddy Mercury.

Não terá sido, certamente, por acaso que, a primeira vez que eu dei sinal de vida, ainda antes de nascer, foi com um tema dos Queen (Flash Gordon), demonstrando, logo como nascitura, um gosto musical vanguardista e muito 'pop'! Marcava-se assim o início de uma relação duradoura de profunda admiração e, porque não dizê-lo, paixão pela música dos Queen. Também não terá sido por acaso que, aos 10 anos, recebi a notícia da morte de Mercury, em Londres, tendo passado, por coincidência, à porta da sua casa, em Kensington, onde se acumulavam dezenas de flores, postais, balões e outros 'mementos' dos fãs.

Nunca consegui decidir qual a minha música preferida dos Queen porque, para dizer a verdade gosto de todas: das mais ousadas e atrevidas (estilisticamente falando) como Somebody to Love e Innuendo, das que são mais baladas como You're my best friend e Love of my Life, das mais rock puro e duro como Another One bites the Dust e até das mais 'lamechas' que encontramos no album Made in Heaven. Todas têm alguma coisa que as torna especiais e diferentes e nunca mais houve um artista que fizesse uma música tão extraordinária como a Bohemian Rhapsody (a verdadeira ópera rock) ou que interpretasse com mais alma o Great Pretender.

Freddy Mercury mais do que um cantor ou um artista era uma 'stage persona', extravagante, excêntrica mas terrivelmente talentosa que encarnava personagens e as reinventava ao som da sua própria loucura! Por isso continua a ser único e os Queen continuam a encantar gerações e a encher estádios, mesmo após a morte do seu vocalista, porque 'the show [really] must go on' e as suas canções têm aquela 'kind of magic' que nos deixa encantados, 'right till the end'!

Por fim, há uma canção que, para mim, é incrivelmente Queen e inegavelmente SLIH: The Killer Queen:

«Drop of a hat she's as willing as a playful pussy cat
Then momentarily out of action, temporarily out of gas
To absolutely drive you wild, wild
She's out to get you
She's a killer queen gunpowder gelatine
dynamite with a lazer beam, guaranteed to blow your mind (anytime)
Recommended at the price, insatiable an appetite (wanna try?)
»

terça-feira, agosto 14, 2007

Lancei a moda do Verão!!!!!

Só porque uma miúda vive a aventura da vida quando perde o B.I., têm logo os amigos que a querer imitar e a perder os respectivos documentos de identificação...

Tou em crer que este verão os serviços de identificação civil vão ter muito trabalho!!!!

domingo, agosto 12, 2007

sábado, agosto 11, 2007

Remembering FRINGE



Agosto é mês de férias e como tal as rubricas habituais podem ser suprimidas ou fundidas, é este o caso. Cultura à sexta e "coisas SLIH" num só post sobre o Edinburgh Fringe, parte do Edinburgh Festival. (As saudades da britolândia que não me largam nunca...)

O Fringe, como alguns saberão, é um festival de performing arts mas é um festival tão peculiar que se torna difícil explicá-lo a quem nunca o visitou. As tais artes do espectáculo invadem as ruas, sobretudo a Royal Mile, e os visitantes podem passar horas a ver pequenas peças de teatro, números de circo e de magia, stand up comedy, a ouvir um músico ou a ver um contorcionista. Existem também aqueles que lêem a sina, os que fazem pinturas nas caras, os que fazem tatuagens, os que pintam... Uma balbúrdia de gente de várias proveniências e culturas, unidas no maior festival Fringe do mundo (no mundo da Globalização existem 'fringes' um pouco por todo o lado, mas mais nenhum como o original escocês!).

Mas o Fringe não apenas é um evento cultural de destaque na Europa, é uma forma de viver Edinburgh e, como tal, é uma coisa muito dentro do espírito SLIH, daí merecer o destaque que lhe é dado neste BLOG. Ainda para mais quando, está agora a fazer exactamente um ano, estava eu em Edinburgh, no Fringe, a aproveitar cada minuto de uma incrível aventura por terras da Escócia. Por isso, fica o conselho SLIH: não deixem de ir ao Fringe e a Edinburgh sem esquecer o resto da Escócia, país de lendas e de fadas que nunca desapontará os seus visitantes, basta que acreditem em doendes e em pó de fada, e qualquer viagem será inesquecível!!!

At last, RIVIERA PHOTOS