segunda-feira, janeiro 14, 2008

30 minutos

Durou meia-hora a conferência de imprensa dos Golden Globes. Sem glamour. Sem graça. Sem grandes surpresas...

Podem ver os vencedores aqui.

domingo, janeiro 13, 2008

Red Carpet??? Not today...




Quem já estava entusiasmado com o habitual desfile de celebridades na Red Carpet dos Globos de Ouro fica desiludido este ano... nem vestidos couture nem tuxedos impecavelmente usados, apenas uma conferência de imprensa, necessariamente breve, a anunciar os vencedores!

É o fim do glamour e lá fico eu sem o meu Clooney, personagem essencial para me melhorar o humor domingueiro...

Eu hoje acordei aqui


Adriana Hvar Marina Hotel & Spa, Croácia


Num hotel high tech, mas com muito mau feitio... um clássico, portanto!

Dormindo com o inimigo



«Nicolas é miserável... um homem que não ama ninguém, nem sequer os seus filhos. Ele tem um lado ridículo, ele não vale a pena. Não se comporta como um presidente da república, tem um verdadeiro problema comportamentalCécilia Albéniz (ex-mulher de Nicolas Sarkozy)


Há certas coisas que não devem ser ditas por uma senhora e que não podem, de todo, ser comentadas por uma ex primeira-dama. Se enquanto ex-mulher de Nicolas Sarkozy, pessoa comum, Cécilia tem todo o direito de o considerar ridículo ou com problema de atitude, enquanto ex primeira-dama e ex-mulher do Presidente Francês, Cécilia não se pode dar ao luxo de fazer estas declarações, uma vez que ela não visam apenas o homem, mas o presidente, o Chefe de Estado e a cara da França no mundo.

Neste nosso mundo já tínhamos assistido a princesas-desastre, mulheres sem preparação ou capacidade para serem princesas e, muito menos, futuras rainhas, mas pela primeira vez - e quando finalmente a França parece entrar nos eixos -, conhecemos o conceito da primeira-dama desastre, que põe em causa e achincalha, publica e despudoradamente, um Presidente, eleito pelo seu povo. Não que as diferenças de regime alterem a gravidade do comportamento destas senhoras (pouco), mas não deixa de ser uma novidade e um perigoso precedente para os regimes, quando o inimigo (político) não reside na oposição mas no próprio palácio presidencial!

sábado, janeiro 12, 2008

Piramidalis???

Hoje tive 5 entradas, praticamente seguidas, da Bélgica (desde Gent a Antwerpen e Leuven) todas elas oriundas de pesquisas no google.be por «PIRAMIDALIS».

Estranho... muito estranho...

Acresce que aos meus fãs habituais dos Estados Unidos (George incluído), Inglaterra, Bélgica, China, Espanha e Brasil, agora tenho um/uma em Amesterdão. O giro era começar a saber quem são e descobrir se me dariam alojamento de borla nas suas respectivas terras... assim poderia iniciar a tournée «SLIH vai até aos seus fãs»!

Tiffany's! Cartier! Black Starr! Frost Gorham! Talk to me Harry Winston, tell me all about it!

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Cultura à sexta


Café Terrace on the Place du Forum, Arles, at Night

Vincent Van Gogh é, muito provavelmente, o meu pintor preferido e o seu Starry Night um dos quadros que mais me impressionou (no bom sentido, obviamente) e que não me importaria de ter nas paredes da Villa Beatrice (por enquanto ainda nuas).

Porém a obra de Van Gogh é toda ela extraordinária e não é sequer necessário recorrer aos famosíssimos Girassóis (provavelmente a única obra deste pintor de que eu não gosto) uma vez que há inúmeros quadros de Van Gogh que se tornaram ícones da pintura e abriram caminho a vários movimentos do modernismo.

Van Gogh tem uma obra ecléctica, embora muitas vezes considerada (post)-impressionista (pelo uso que fazia das cores e pela forma de pintar, através de pequenas pinceladas que formavam figuras de contornos pouco nítidos), que lançou as bases do desenvolvimento do expressionismo (recriação da realidade através da percepção sensorial do artista), do fauvismo e do abstraccionismo.

"Formado" nas escolas de Bruxelas e Antuérpia, foi porém em França que Van Gogh viria a ter contacto com vários artistas como Émile Benard, Toulouse-Lautrec e Paul Gauguin, que não apenas o influenciaram no seu estilo como se tornaram seus companheiro de vida e de boémia. É durante os anos em França (sobretudo em Arles) que Van Gogh cria a suas obras mais emblemáticas, sendo também neste período que o seu estado mental começa a degradar-se de forma assentuada, tornando evidente a depressão que acabaria por o conduzir ao suicídio.

Figura incontornával na história da arte, Van Gogh não deixa, ao mesmo tempo, de ser uma personagem sombria e depressiva, embora ao mesmo tempo fascinante pelo génio criativo que possuía e que se demonstrava, com força plena, nas suas obras. Em vida vendeu apenas um quadro - "A vinha encarnada" - mas teve a lucidez de profetizar «não posso evitar o facto dos meus quadros não serem vendáveis. Mas virá o tempo em que as pessoas verão que eles valem para lá do preço da tinta.» A verdade é que foi um quadro seu - "Retrato de Doutor Gachet" - que se tornou o mais caro do mundo quando, em 1990, um milionário japonês o comprou por 82,5 milhões de dólares.

Van Gogh suicidou-se com apenas 37 anos, em Auvers-sur-Oise, com um tiro no peito. Embora este fosse um ferimento mortal, Vincent morreu apenas 2 dias depois sendo-lhe atribuída uma última frase que traduz exactamente o sentimento da sua alma «la tristesse durerá toujours».

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Disse, "jamais"*????


The desert airport

Diz o MOPTC que é um investimento em infra-estruturas já a pensar no novo traçado do Dakar...





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* Para melhores resultados, ler com pronúncia afrancesada.

Eastern Promises




Brutal. É a melhor palavra para descrever este filme de David Cronemberg sobre as máfias russas a actuar em Londres. Pesado, difícil e muito violento, é, no entanto, um filme fantástico que conta com uma actuação brilhante de Viggo Mortensen (das melhores que tenho visto nos últimos anos). A sua postura corporal, a sua forma de andar e de falar, o seu olhar, tudo é brilhante e tudo isto significa ser um grande actor, que se transforma, totalmente, para encarnar este estranho russo. E isto sem sequer precisar de falar da fabulosa cena de luta nos banhos turcos, digna do melhor (dos melhores) filme de acção.

E tudo isto a juntar a uma história que, nada tendo de extraordinária, está bem contada e não apenas é totalmente credível (embora muitos de nós preferissemos fazer de conta que não existem as "eastern promises", sonhos de uma vida digna no ocidente que apenas representam exploração e degradação), como, possivelmente, em muitos pontos quase factual.

Por fim, a marca mais profunda do filme (e a mensagem que dele podemos retirar) é a compaixão. No meio de tanta violência e brutalidade, num mundo tão feio e sujo, há momentos de genuína compaixão, quando se deixa escapar um tio já velho e rabugento ou quando se impede que uma criança inocente seja morta. Enfim, alguma doçura no meio da total miséria e degradação humana.

Sem dúvida um sério candidato aos Oscars e um filme e não perder.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Referendos e Promessas

Até hoje nada tinha dito sobre o referendo e o Tratado de Lisboa, aqui. Quem comigo conversou sobre o tema sabe a minha opinião e sabe que não sendo uma fervorosa adepta de referendos, muito menos a Tratados Internacionais, "core business" da política a sério, entendia que havendo um compromisso com os portugueses, este deveria ser cumprido porque, numa lógica estritamente nacional, são mais importantes os compromissos assumidos por um Primeiro Ministro com o seu "povo" do que aqueles assumidos com os seus pares. Mas a real politic não se compadece dos compromissos e das promessas, e muito menos do desejo dos povos. E o Tratado tem que ser ratificado, sem espinhas, como se diria na gíria dos advogados, pelos 27 Estados até ao final do ano.

E assim, em nome do pragmatismo e da eficiência (a tal real politic), mais uma vez o PM faltou à palavra dada. Mas é apenas "mais uma vez" e nem sequer me parece que tenha sido o caso mais grave, para quem já faltou à verdade sobre as suas habilitações, sobre a política fiscal, sobre a política social, sobre a saúde, sobre a segurança... enfim, trapalhadas, diria o outro senhor, e teria razão!

The crying game



Não gosto de Hillary Clinton. Irrita-me aquela postura dela de salvadora do mundo e ao mesmo tempo de injustiçada. Irrita-me uma candidata que chora para ganhar eleitores como me irrita a arrogância com que essa mesma senhora diz que tem um projecto (sim, dela) para os Estados Unidos. Irrita-me a história dela e irrita-me o marido, sempre um passo atrás, qual coadjuvante num filme duvidoso, sorridente como um cãozinho amestrado. Enfim, Hillary Clinton irrita-me! E muito. E é pena, porque seria interessante ver os Estados Unidos, país tão conservador na sua alma como sedento de histórias picantes das celebridades, eleger uma mulher Presidente. Mas não esta, que não é uma mulher, mas apenas uma "mulherzinha".

terça-feira, janeiro 08, 2008

Cantando e dançando (por um casamento de sonho?)



«Other dancers may be on the floor
Dear, but my eyes will see only you
Only you have that magic technique
When we sway I go weak

I can hear the sounds of violins
Long before it begins
Make me thrill as only you know how
Sway me smooth, sway me now

Sway me, make me
Thrill me, hold me
Bend me, ease me
You have a way with me
»

No Golden Globes ceremony this year



Este ano não há red carpet, não há vestidos, não há acceptance speeches, não há "feira de vaidades"... enfim, não há cerimónia da entrega dos Globos de Ouro. Esperemos que os problemas com os argumentistas se resolvam a tempo de termos os Oscars! Porque ficarmos, no mesmo ano, sem as duas maiores "festas" de Hollywood (sobretudo quando o meu Clooney é um dos nominees) seria uma tremenda injustiça!

Charlie Wilson War




Há muito tempo que não via um filme tão bem conseguido como o mais recente de Mike Nichols, realizador que já nos vem habituando a excelentes filmes, com argumentos muito originais. É este o caso. Um filme leve e descomplicado, filmado de forma muito simples e óbvia, sobre um tema, esse sim, difícil da história americana mais recente: o apoio dado, pelos Estados Unidos, à guerrilha afegã na guerra contra as tropas Soviéticas.

O tema é "quente" e actual, ou não fosse, hoje, o Afeganistão palco de uma guerra muito dura, que se arrasta sem fim à vista, e que tem, como causa longínqua, essa mesma intervenção americana no final dos anos 80. Porém, este argumento, que apresenta uma claríssima tese política, é-nos "servido" entre taças de champagne e scotch, no meio de festas elegantes e "prevaricações" ao mais alto nível, assente na aliança improvável entre um político, um espião e uma mulher rica. Juntos eles conseguem o impensável: montar uma "guerra secreta", elevar o seu orçamento de 5 milhões de dólares para 1 Bilião, e provocar a derrota soviética no Afeganistão, algo que ninguém acreditaria possível.

Mas eles acreditaram e ganharam, «and then we fucked it up». E é com esta frase que termina o filme... mais palavras para quê?

domingo, janeiro 06, 2008

My own Dr. McDreamy



Aqui há uns tempos, uma amiga dizia-me que achava um amigo nosso (amigo comum, naquela expressão que toda a vida eu ansiei por usar!) muito parecido com o Dr. Karev, da Grey's Anatomy. Vários episódios depois, não só não posso deixar de concordar com ela, como cada vez acho mais graça ao Dr. Alex!

Em 2008 apetece-me...

...uma viagem transatlântica, e nem precisa de ser a bordo do Queen Mary II...


London City

& The Big Apple



E aproveito para ir visitar os amigos emigrados, matar saudades de Londres e de NYC, visitar museus que valem a pena e passear por ruas recheadas de lojas fabulosas!!!!!

Eu hoje acordei aqui


Hilton Maldives Hotel & Spa, Maldives

Para começar o ano noutro continente e noutro hemisfério, com outros sons, outros sabores, outras cores e outras temperaturas. Rodeada de azul intenso. A fazer projectos para o novo ano enquanto os dias se passam, de forma dolente, entre o Spa e as águas quentes do índico!

sábado, janeiro 05, 2008

Assuntos verdadeiramente importantes

Este ano os Golden Globes correm o risco de se realizarem sem a presença dos nomeados ou mesmo de serem postponed para data incerta, tudo por causa da greve dos argumentistas.

"After considerable outreach to Golden Globe actor nominees and their representatives over the past several weeks, there appears to be unanimous agreement that these actors will not cross WGA picket lines to appear on the Golden Globe Awards as acceptors or presenters. We applaud our members for this remarkable show of solidarity for striking Writers Guild of America writers."

Eu apenas digo que é uma pena perder-se esta oportunidade de ver o Clooney (nomeado por Michael Clayton) no seu tuxedo e os vestidos habituais no Red Carpet!

Havemos de ir a Viana



O Ademar resolveu, no seu blog chiquetérrimo, fazer uma retrospectiva do Gymnich (reunião informal de MNE's da UE) em Viana do Castelo e conseguiu deixar-me com saudades! Foi a primeira vez em que estive a acompanhar a Suécia (que adorei porque gente mais civilizada não há!) e aquela reunião foi verdadeiramente perfeita!!!!! Tudo correu lindamente e houve momentos que foram quase mágicos... E, passados tantos meses, até aquela ideia peregrina de "mascararem" os OL's com camisas tradicionais não parece tão absurda!

Enfim, bastam dois posts para me por a cantarolar «Se o meu sangue não me engana, havemos de ir a Viana»!

sexta-feira, janeiro 04, 2008

2007 | GLAMOUR, DIAMANTES, PLUMAS, LAMÉS | 2008

Novidade 2008 - EXCLUSIVO SLIH

Depois de intensas buscas, por todo o mundo, foi finalmente encontrada a co-protagonista de Mr. Clooney na nova campanha publicitária da Martini, em 2008... O tema vai ser: "DIVAS EM PLUMAS, LANTEJOULAS E DIAMANTES" e eis a ESTRELA:


Cultura à sexta



Cleopatra, de 1963, foi o filme que juntou, no ecrã como na vida, Elizabeth Taylor e Richard Burton, à época do filme ambos casados e ambos duas estrelas absolutas em Hollywood, ela a diva mediática, tão famosa pela sua carreira como pelos seus casamentos, e ele o actor inglês, Shakespeariano, ao qual não havia mulher que não se rendesse.

Inspirado na peça Anthony and Cleopatra, o filme pretendia ser um grande épico e contar a história da mais famosa das Rainhas do Egipto, Cleopatra VII, que se envolveu com dois dos maiores políticos romanos da época, Julius Caesar e Marcus Antonius, sendo forçada ao suicídio depois da vitória de Octavianus na Batalha de Actium.

Porém, o filme ficou mais famoso pelas suas histórias de bastidores do que pelas suas qualidades cinematográficas. Uma das maiores produções de sempre de Hollywood, que quase levou à falência o estúdio, 20th Century Fox, tornou-se o mais caro filme de sempre produzido nos Estados Unidos. A deslocalização da produção, por 2 vezes, (as filmagens começaram em Londres e acabaram em Roma), as várias interrupções devido a inúmeros incidentes com o elenco e com os cenários e os contratos milionários com os protagonistas (foi por Cleopatra que Elizabeth Taylor se tornou o primeiro actor a receber 1 milhão de dólares) fizeram com que o filme inicialmente orçamentado para 2 milhões de dólares custasse 44 milhões (!).

A tudo somou-se a publicidade negativa dada ao filme pelo romance que surgiu entre os dois protagonistas, Taylor e Burton, considerado chocante à época, por ambas as estrelas serem casadas! No entanto, e mesmo tempo sido um total fracasso, 40 anos depois Cleopatra é um clássico do cinema... e é, exactamente, o mítico romance de Elizabeth Taylor e Richard Burton que preenchem o nosso imaginário e nos fazem ver Cleopatra como o filme que juntou um dos mais mediáticos casais de sempre, numa história de amor, jóias e traição que se converteu em casamento (por duas vezes) e mais tarde em divórcio (também duas vezes) mas que ainda hoje encanta os cinéfilos!

quinta-feira, janeiro 03, 2008

quarta-feira, janeiro 02, 2008

E como não poderia deixar de ser...



Há imagens que não podem deixar de se repetir, porque são um clássico SLIH de todos os tempos... a bem da tradição!

A estrear 2008


O SLIH retoma a sua normalidade depois do período festivo e não traz qualquer anúncio, novidade, notícia ou inauguração. Apenas promete continuar a ser o que sempre foi, numa constante e previsível forma de ser SLIH o que, por si só, já é uma promessa de imprevisibilidade e inconstância, com alguns toques de excentricidade e originalidade! Assim sendo, nada de novo, mesmo!