Depois de tantos meses quietinha, sem sair do sítio, eis que o Road Show da Czarina volta à estrada para os espetáculos da temporada spring/summer 2008. Mais uns quantos fins de semana destes, ao serviço da "causa", e quem entra em Rehab (esse novo must have das estrelas, qual spa do espírito!) sou eu!!!!
sábado, abril 05, 2008
Back on the road
Depois de tantos meses quietinha, sem sair do sítio, eis que o Road Show da Czarina volta à estrada para os espetáculos da temporada spring/summer 2008. Mais uns quantos fins de semana destes, ao serviço da "causa", e quem entra em Rehab (esse novo must have das estrelas, qual spa do espírito!) sou eu!!!!
quarta-feira, abril 02, 2008
terça-feira, abril 01, 2008
Once the skies are open, NYC comes closer

O Open Skies Agreement, entre a União Europeia e os EUA, entrou, finalmente, em vigor, no domingo passado, sendo que com ele acabam as restrições de preço, horário, local de partida, frequência e número de passageiros nos voos transatlânticos. Acaba também a obrigatoriedade das companhias apenas operarem voos a partir dos seus países de origem, podendo, por exemplo, a British Airways ter agora voos directos de Lisboa para NYC.
Acresce que este acordo permite também a entrada no mercado dos voos transatlânticos às companhias Low Cost, sendo que várias já manifestaram a sua vontade em operar voos de vários pontos da Europa para os Estados Unidos. É, também, intenção de algumas das grande companhias europeias entrar no mercado dos voos internos nos EUA.
Naturalmente, como em todos os casos de liberalização e abertura de mercados, os preços vão descer e o passageiro só terá a ganhar, em tempo e em dinheiro, com este acordo de abertura dos céus entre a Europa e a América!
É caso para dizer que NYC ficou mais perto!
C'est fini!!!!!

Depois da barreira emocional (um ano), a barreira "legal" (um ano e um mês)! Agora é mesmo oficial: ACABOU!!!! Mereço o Champagne e a espada...
Let's CELEBRATE
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Curioso como junto sempre estes festejos a uma violência latente...
domingo, março 30, 2008
Eu hoje acordei aqui

Anassa Hotel, Chipre
Cansada de frio, vento e chuva e desejosa de começar a usar sapatos da novíssima colecção Spring Summer 2008.
O auge da festa Black & White

A manifestação pública, escrita em Diamantes, do quanto gostamos do Joãozinho, de visita esta semana a Lisboa! Agora fico à espera de ver fotografias desta mesma "coleira" a passear por NYC! (Aposto que vai ser o must have da próxima season!)
sábado, março 29, 2008
Pour chacun d' entre-nous, c' est comme um rêve!

Porque uma Rainha, será sempre uma Rainha, recomendo que vejam este video. Não apenas dois importantíssimos discursos, para um novo entedimento entre França e o Reino Unido, a tal Entente Formidable, mas um fabuloso conjunto de rubis, aspecto que, obviamente, também é fundamental para o sucesso de um banquete formal!
The new Camelot

O glamour, por muito que a esquerdalha igualitária nos queira impor o contrário, fazendo crer que vestir bem é uma questão de opressão de classes, e não de uma pura questão de classe, sempre fez parte da vida pública e faz falta a qualquer país um casal (real ou presidencial) que encarne o cúmulo do chic. Foi assim com os Kennedy e é assim, agora, com os Sarkozy, versão 3.
França, para o bem e para ou mal, gostemos ou não, é um ícone da moda e do irrepreensível estilo BCBG (bon chic bon genre, para quem não saiba o que a sigla stands for). Porém, traumas difíceis vindos de uma Revolução, chamada Francesa, em que voaram cabeças em todas as famílias civilizadas, e de um Maio de 68, de má memória, desviaram a França do seu natural caminho e há muito tempo que não víamos um Presidente assumir-se com um tão irrepreensível estilo, como Nicolas Sarkozy, agora apurado por ter ao lado uma Primeira Dama que sabe encantar e encarnar a tal aura de glamour à qual, os comuns mortais, apenas podem chegar através de fotografias em revistas del corazon.
E foi, exactamente, isso que o casal presidencial fez na sua visita ao Reino Unido, irradiou felicidade, abusou na cumplicidade, esmagou com o seu estilo irrepreensível, colocando França num lugar onde há muito não a víamos: potência tradicionalista, ciosa do seu passado glorioso e nada envergonhada do seu elitismo quase genético! Com este casal Sarkozy França já não pede desculpa ao mundo por existir: impõe-se e arrasa, pelo menos no campo da moda e do estilo!
Podem encontrar a foto reportagem da visita dos Sarko (the fashion one) aqui e aqui e ainda aqui.
sexta-feira, março 28, 2008
Cultura à sexta
Clássico dos clássicos, Casablanca, de 1942, junta no ecrã duas grandes estrelas do firmamento cinematográfico da época, o inimitável e talentosíssimo Humphrey Bogart e a beleza vinda do frio que era Ingrid Bergman, numa história de amor e guerra, que ninguém imaginou que se tornasse um dos mais marcantes filmes da história do cinema e, recorrentemente, presente nas listas dos melhores de sempre.
Curiosamente, e ao contrário de outros filmes clássicos, Casablanca não foi pensado como uma grande produção nem estava vocacionado para conquistar gerações e vencer o desafio do tempo! Filmado como outra qualquer produção de Hollywood, Casablanca não pretendia ser mais do que um dos filmes do ano de 1942, sobre a guerra e os seus efeitos na vida de pessoas comuns. Porém, logo na estreia, arrecadou o Oscar de Melhor Filme e, as time went by, tornou-se um mito do cinema e as suas personagens, música e até falas ícones de uma época dourada do Hollywood Quem não conhece «As time goes by»? Quantos visitantes de Casablanca não terão procurado, sem sucesso, o mítico Rick's Café (que nunca existiu)? Quem nunca ouviu a frase «We will always have Paris» ou quem não repetiu a deixa tão caraterística de Rick «Here's looking at you kid!». Enfim, quem não pensa, de imediato, no Captain Renault quando imagina o regime de Vichy e o associa à frase «I think this is the beginning of a beautiful friendship».
Por algum motivo, que não sabemos determinar ao certo, mas que passa necessariamente pela sua qualidade enquanto filme e pela grandeza das personagens, Casablanca é um mito do cinema e considerado como o mais romântico filme de sempre, imitado não poucas vezes, mas dificilmente suplantado. Casablanca sobreviveu à guerra, ao tempo e até à "criminosa" tentativa de lhe dar cor! Resistiu e resiste, conquistando gerações de admiradores que, sistematicamente, lhe rendem homenagem, como fez, recentemente, Steven Soderbergh com o seu «The Good German», um filme que é todo ele a evocação de Casablanca e o elogio das técnicas usadas ao filmá-lo.
quinta-feira, março 27, 2008
Cause we're living in a material world...*
«No dia seguinte, o Manuel, pobre, acorda mal-disposto, olha para a Isaura, rica, não gosta do que vê, requer o divórcio, não invoca motivo, e a Isaura, mais do que surpreendida, ainda se vê impossibilitada de movimentar o seu dinheiro. Isto faz algum sentido?»
Nuno Melo, hoje no parlamento, a propósito do Projecto-lei do BE sobre o divórcio
É por isto que eu gosto deste senhor! Sempre pragmático e straight to the point. Porque quando chega o divórcio a única coisa que conta é, mesmo, o património! Percebesse a esquerda de jóias e sapatos, e tudo seria tão mais fácil!
*.. and I'm a Material Girl!
Exercises in free love*
«Se aceitarmos que para manter um casamento, basta a vontade de um, estamos a violar o mais elementar dos direitos humanos, a liberdade individual de cada um e de cada uma, consagrada na Constituição da República».
Helena Pinto, sobre a alteração da lei do divórcio
A título de exemplo, e porque a mim o liberalismo não é um gene canhoto, eu sugeria mais duas formulações para esta afirmação, com a qual, em tese, até posso concordar (e voltarei a isso mais tarde):
Se aceitarmos que para manter um contrato de trabalho, basta a vontade de um, estamos a violar o mais elementar dos direitos humanos, a liberdade individual de cada um e de cada uma, consagrada na Constituição da República.
Se aceitarmos que para manter um arrendamento, basta a vontade de um, estamos a violar o mais elementar dos direitos humanos, a liberdade individual de cada um e de cada uma, consagrada na Constituição da República.
Será que a nossa esquerda, tão moderna e tão liberalizadora dos costumes, tem a coragem de assumir todas as decorrências do que agora advoga para o contrato de casamento?
_________________________
*Música de Freddy Mercury.
Helena Pinto, sobre a alteração da lei do divórcio
A título de exemplo, e porque a mim o liberalismo não é um gene canhoto, eu sugeria mais duas formulações para esta afirmação, com a qual, em tese, até posso concordar (e voltarei a isso mais tarde):
Se aceitarmos que para manter um contrato de trabalho, basta a vontade de um, estamos a violar o mais elementar dos direitos humanos, a liberdade individual de cada um e de cada uma, consagrada na Constituição da República.
Se aceitarmos que para manter um arrendamento, basta a vontade de um, estamos a violar o mais elementar dos direitos humanos, a liberdade individual de cada um e de cada uma, consagrada na Constituição da República.
Será que a nossa esquerda, tão moderna e tão liberalizadora dos costumes, tem a coragem de assumir todas as decorrências do que agora advoga para o contrato de casamento?
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*Música de Freddy Mercury.
quarta-feira, março 26, 2008
É uma questão de educação
A sair do filme The Other Boleyn Girl, não pude deixar de ouvir o comentário de umas meninas à minha frente: «Olha, afinal foi a minha preferida que morreu!»
Ouvi e pensei «mas será que estas santas criaturas, com idade suficiente para já terem ouvido falar de Henrique VIII e da sua turbulenta vida amorosa, nem que seja "via" séries da BBC, não sabiam que a desgraçada Anne Boleyn acabou sem cabeça?» Enfim, isto dá-me a medida do que muitas pessoas não sabem e que para mim são "básicos civilizacionais", assim como um vestido preto é um básico de qualquer guarda roupa feminino!
Ouvi e pensei «mas será que estas santas criaturas, com idade suficiente para já terem ouvido falar de Henrique VIII e da sua turbulenta vida amorosa, nem que seja "via" séries da BBC, não sabiam que a desgraçada Anne Boleyn acabou sem cabeça?» Enfim, isto dá-me a medida do que muitas pessoas não sabem e que para mim são "básicos civilizacionais", assim como um vestido preto é um básico de qualquer guarda roupa feminino!
terça-feira, março 25, 2008
We are Sisters... And therefore born to be rivals!
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Um bom filme, com 3 excelentes actores, cada um no seu registo, que se permite, tal como o livro que lhe serve de base, várias imprecisões históricas e liberdades criativas. Quem não saiba história, não é aqui que a irá aprender mas, para quem já leu o suficiente sobre este período, é um interessantíssimo exercício de imaginação e reconstrução de tempos em que os costumes eram outros e o conceito de ética bastante mais elástico.
E para lá de todas os erros ou deturpações históricas, percebe-se que Elizabeth não poderia ser se não uma mulher de aço, atenta a sua riquíssima herança genética. E também, apesar do filme apenas o enunciar, porque, ainda hoje, Anne Boleyn é considerada uma das mais influentes rainhas consorte de sempre, em Inglaterra. Por ela um Rei anulou um casamento, foi excomungado, rompeu o seu compromisso de obediência com o Papa, criou uma Igreja e mudou a história de Inglaterra, e com esta, a do mundo que hoje conhecemos. Uma mulher muito possivelmente sem escrúpulos, mas que deixou uma herança notável.
segunda-feira, março 24, 2008
Sons de verão
Ora aqui está uma música que sabe a Rock in Rio e a verão, que traz memórias de outros sons, outros ritmos, outras cores e outros verões, que deixaram boas memórias e algumas saudades! E que, obviamente, não resisto a dançar cada vez que ouço (ok, quando toca e eu estou à secreatária a trabalhar limito-me a bater os pés, qual Scarlet recém viúva no Baile pela Confederação!)
Luas de Mel inesquecíveis

O Fisco, sempre preocupado com o bem estar dos cidadãos e, numa tentativa de diversificar a sua área de negócio, agora também tem propostas para noivos, nomeadamente programas de lua de mel! Vejam só as exclusivas ofertas da Administração Fiscal!!!!*
Programa 1 - Seycheiles + preenchimento de formulários obrigatórios de modelo oficial adquirido para o efeito no Serviço de Finanças mais próximo.
Programa 2 - Nova Iorque e Las Vegas + vamos contar o número de convidados do nosso casamento e o que cada um comeu e preencher o Anexo 3.
Programa 3 - Capitais Românticas (Paris e Roma) + vamos fazer a contabilidade organizada do dia do nosso casamento - vestido, DJ, flores, fotografo, catering...
Programa 4 - Tailândia e Bali + preenchimento do Anexo 4 relativo a outros eventos a decorrer no mesmo dia do nosso casamento no mesmo local. Igreja conta????
Programa 5 - Cruzeiro nas Caraíbas + vamos estar juntos na fila no Serviço de Finanças Lisboa 2 (pode eventualmente incluir a perda do avião de ligação).
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* Atenção que o pacote deverá ser integralmente cumprido no prazo de 15 dias sob pena da aplicação de coimas que podem ir até aos 2.500 euros!
Aiiiiiiii
domingo, março 23, 2008
El color de la passión

Um espantoso e original (pelo menos na cor) vestido de noiva, assinado pela marca espanhola Creacciones Nalia, que desfilou na II jornada de Moda de Castilla y León. Para noiva confesso que me desperta algumas dúvidas. Mas não hesitaria em escolhê-lo para levar aos Oscars!
sexta-feira, março 21, 2008
Cultura à sexta
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
Florbela Espanca, um dos maiores nomes femininos da poesia portuguesa nasceu, bastarda, a 8 de Dezembro de 1894 em Vila Viçosa e morreu, 36 anos mais tarde, nesse mesmo dia, em Matosinhos, num suicídio oportunamente convertido em "edema pulmonar" pela família que queria evitar o escândalo e a desonra desse acto considerado infame.
Durante toda a sua vida, tanto com a sua obra como com o seu exemplo, Florbela Espanca testou os limite da moralidade e provocou a sociedade com os seus comportamentos, considerados por uns como levianos, e por outros apenas como intensos e apaixonados. Infeliz nos seus três casamentos, nunca se cansou, porém, de cantar o amor e a paixão que tanto ansiava e desejava. Os seus poemas, aliás, têm como temática quase exclusiva o amor, a paixão, a saudade, a solidão, o sofrimento e a análise exaustiva e quase obsessiva do seu «eu». A sua obra embora riquíssima e de uma beleza formal irrepreensível, marcadamente influenciada por Antero de Quental no uso do soneto, não teve grande aceitação no seu tempo de vida, por um lado por se considerar que era demasiado intensa e sensual, quase erótica, e por outro por se afastar das correntes que então se desenvolviam, nomeadamente o modernismo e o futurismo, sendo que Florbela era marcadamente uma "neo-romântica".
Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão e não se lhe conhece qualquer opinião sobre o mundo, a sociedade ou a política (embora o Estado Novo a tenha considerado como uma escritora non grata pela temática pouco ortodoxa da sua obra). Centrou a sua obra nos sentimentos e em torná-los palavras com sentido e assim criou alguns dos mais belos poemas portugueses.
Profundamente melancólica e depressiva, vítima dos seus excessos e de uma vida que nem sempre lhe foi fácil (passou por dois divórcios, sofreu dois abortos e perdeu o irmão que adorava num acidente de avião) acabou por ceder à depressão e à doença mental (hoje pensa-se que Florbela sofreria de doença bipolar) e suicidou-se no dia em que fazia 36 anos, com uma dose fatal de barbitúricos.
Em vida apenas publicou duas obras - o Livro de Mágoas (1919) e o Livro de Sóror Saudade (1923) sendo que a sua obra prima, Charneca em Flor, seria publicada em Janeiro de 1931, já postumamente. Florbela, à semelhança de outros escritores e artistas, não teve em vida o reconhecimento da sua obra...
quinta-feira, março 20, 2008
Burkini®

Este verão traz uma novidade em termos de "moda de banho" - depois do fato de banho, do bikini e do trikini, eis que aparece o Burkini®! Mistura de burka com bikini, este novo conceito que se pretende introduzir no mercado ocidental, mais não é do que a reinvenção (estilizada, modernizada e com um look que se pretende mais fashion) dos modelos de banho das mulheres árabes que, como sabemos, não podem mostrar o corpo. Assim sendo, a criadora Australo-Libanesa Aheda Zanetti reinventou essa peça de vestuário e pretende agora vendê-la no ocidente também. Duvido que tenha grande adesão, mas até imagino que possa dar jeito para dias de praia no inverno!
Mais sobre este Burkini® aqui.
quarta-feira, março 19, 2008
«It's just like Meca!»
Vale a pena visitar o site oficial do filme, e ver as imagens e o video! Aiiii aquelas mesas cheias de sapatos e carteiras... é o PARAÍSO!!!! Tudo o que eu precisava para me reconciliar com este dia de chuva era uma mesa cheia de Manolo Blahnik's! God!!!!!
Neuras
Lamento mas o meu blog serve para desabafos públicos e hoje "tá-me" a apetecer mesmo dizer: QUE NEURA DE DIA!!!!!!!!
Está um tempo miserável, chove como se não houvesse amanhã, está um frio absurdo e despropositado para meados de Março e eu tive que começar o meu dia, debaixo de água, com milhares de coisas na mão, a deslocar-me para uma reunião em Oeiras (quase quase o fim do mundo) com taxistas mal encarados e mal humurados. Uma cena digna de um filme trágicómico. Conclusão: fiquei com o cabelo num desalinho para o resto do dia e com aquela enorme sensação de: «quero deseperadamente a minha cama e dúzias de DVDs!!!!!!!»
Malgrè tout, e como diz a "outra" «tomorrow is another day»!!!!!!!!
Está um tempo miserável, chove como se não houvesse amanhã, está um frio absurdo e despropositado para meados de Março e eu tive que começar o meu dia, debaixo de água, com milhares de coisas na mão, a deslocar-me para uma reunião em Oeiras (quase quase o fim do mundo) com taxistas mal encarados e mal humurados. Uma cena digna de um filme trágicómico. Conclusão: fiquei com o cabelo num desalinho para o resto do dia e com aquela enorme sensação de: «quero deseperadamente a minha cama e dúzias de DVDs!!!!!!!»
Malgrè tout, e como diz a "outra" «tomorrow is another day»!!!!!!!!
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