quinta-feira, novembro 27, 2008

Pois é!*





Há tanta gente com uma destas lá em casa...





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* Momentos non sense de quem trabalha com medicamentos!

terça-feira, novembro 25, 2008

Happy End




Dois meses e 10 dias depois de ter recebido de presente a série completa do SATC, finalmente ontem foi o dia do GRAND FINAL (sim, eu sou uma "slow watcher").

E tenho a dizer que, depois de acompanhar os 6 anos de encontros e desencontros da Carrie e do Mr. Big, só um cínico (ou um idiota) não percebe que eles tinham que ter o seu happy ending... ele pode ter demorado 6 anos a perceber... eles podem ter levado mais 5 (ao todo 11) para decidirem casar... ele pode, até, tê-la deixado pendurada no altar... mas aquela história tinha que acabar num closet a perder de vista, com uns Manolo Blahnik e um pedido de casamento IRREPREENSÍVEL!!!!!! Ahhh, pois claro que tinha!!!!!!


«It took me a really long time to get here, but I'm here. Carrie, you're the one

segunda-feira, novembro 24, 2008

A (des)propósito



Porque será que o lançamento de livros, a inauguração de exposições e demais eventos culturais não são feitos em horários compatíveis com a vida (ocupada) de uma jovem advogada?*



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A propósito disto.

domingo, novembro 23, 2008

sexta-feira, novembro 21, 2008

Cultura à sexta




ISTO É ARTE?
Visita

Como compreender e debater os desafios colocados pelas obras e os artistas nossos contemporâneos? O que aconteceu nos últimos cem anos de produção artística?

Tomando como ponto de partida a actual exposição da Colecção do CAM , esta visita promove um percurso panorâmico pelas grandes questões e desafios da Arte Moderna e Contemporânea, do início do século XX aos nossos dias, com particular enfoque na produção portuguesa do mesmo período.


23 Novembro (Dom.) às 12:00
Concepção e orientação Hilda Frias
Preço Bilhete de acesso à exposição



Esta é a pergunta que me fez, várias vezes, o Henrique na nossa visita ao Centre George Pompidou. Ele estava espantado com os vários significados que podia ter a palavra "arte" e chocado com a diferença abissal entre o que vira no Louvre e o que encontrava ali. Talvez por ser criança, uma sequência de 3 quadros brancos (Robert Ryman) lhe parecesse um absurdo, assim como era incapaz de perceber o que faziam, num museu, objectos do quotidiano como sejam candeeiros ou bancos. Ao fim de várias horas de visita à exposição, acabou por gostar de Picasso e de Chagall. É um começo.

Saldos



Venda do Banco Privado Português só com grande desconto



Mesmo com desconto, eu passo... a Banca nunca fez muito o meu género...

quinta-feira, novembro 20, 2008

Outros campeonatos

A minha amiga (e "chefa") Paula diz, e muito bem, que anos luz separam o Benfica do Leixões. Parece-me óbvio, pelas razões por ela invocadas! Como também me parece elementar (e nem preciso do "caro Watson") que "nesse campeonato", o Benfica já ganhou a liga, assim como o Inter vai destacadíssimo e sem rival no campeonato italiano. E nem são precisos golos... apenas objectiva (e isenta) observação dos factos.





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Parece que hoje não é grande dia para se falar de futebol, depois do "show di bola" dos nossos amigos brasileiros. Se dar 6 a 2 é amigável, o que será quando for "pra valê?"

quarta-feira, novembro 19, 2008

Presentes




Eu tenho, de facto, os melhores AMIGOS do mundo!!!!!!!!! Não é que Monsieur AVM foi a Paris e, na incapacidade de me escolher um único par de "Choo's", trouxe-me a loja toda?????

Adoro o meu presente!!!!!!!! Obrigada!!!!!!!!!

A woman's right to shoes




Se Manuela Ferreira Leite quer suspender a democracia por seis meses, eu quero suspender a economia de mercado (lei da oferta e da procura, mão invisivel, não intervencionismo, bla bla bla), durante 6 horas. E para quê???? Controlo do Estado no preço dos sapatos. Manolo Blahnik, Jimmy Choo, Christian Louboutin, Alexander McQueen, Emilio Pucci and others a preço "seaside", subsidiado pelo Estado. Era lindo, não era????

terça-feira, novembro 18, 2008

Democracia é:

Emilio Pucci, Fall Winter 08


Depois de três posts sérios, que me deixaram esvaída, nada como uns saltos altíssimos para me recompor...

MFL e a democracia, parte 3

Por fim, a última parte da minha “tese” a propósito das declarações de MFL: admitindo que a líder do PSD não gosta mesmo de democracia e que acha necessário suspende-la durante seis meses, qual a novidade? MFL limita-se a dizer o que Sócrates faz e outros antes dele também fizerem. Apenas noto uma diferença, MFL assume o que pensa e di-lo frontalmente, enquanto outros se escondem atrás da Constituição, das Instituições democráticas, do palavreado que ninguém entende e da distribuição de Magalhães! De resto, na essência, no que realmente conta, se MFL pensa o que diz, pensa exactamente o mesmo que muitos que nos governaram nos últimos anos.

Por isso, a pergunta que eu gostava de fazer, mais do que confrontar MFL com as suas palavras, era: existe, neste momento, uma verdadeira democracia em Portugal?

Não me parece… mas também não me parece que isso interesse a alguém. O povo português (e nele incluo os nossos governantes) tem a democracia e a liberdade constantemente no discurso mas esquece-as na primeira esquina do poder! Os portugueses não gostam de democracia e de liberdade na prática. Gostam de cânticos revolucionários, de comemorações do 25 de Abril, de manifestações contra os tiranos que nos governam, mas não gostam da verdadeira democracia, porque esta dá trabalho e exige responsabilidade.

Por isso, por mais lamentável que seja esta opinião de MFL (que o é), a senhora não disse nada que não andemos todos a pensar: a democracia é bonita e fica bem, mas não serve para nos governar. Se calhar Júlio César até tinha razão quando dizia que “há nos confins da Ibéria um povo que não se governa nem se deixa governar”. Esse porventura sempre foi o nosso mal e por isso apanhámos com os Salazares, com os Cavacos e com os Sócrates desta vida a quem, como miúdos mal educados chamamos “pai tirano”, mas no fundo gostamos é de levar com o cinto e ir fechados para o quarto, porque sabemos que mais cedo ou mais tarde o “pai” lá nos vai passar a mão pela cabeça e dar um doce. E a democracia? Que se lixe* a democracia!





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Peço desculpa pelo calão, mas nenhuma outra expressão me pareceu mais adequada à atitude nacional!

MFL e a democracia, parte 2

Depois da defesa da intenção (dentro do possível), sobra o facto consumado que é: quer tenha sido, ou não, seu objectivo, MFL, para o país publicado (o tal que existe nos jornais), disse que a democracia devia ser suspensa por 6 meses se queremos fazer as reformas essenciais de que Portugal precisa.

Resulta das suas palavras que isso de ter que chegar a acordo com os médicos, os juízes, os militares, os polícias e os professores (então esses!) é um aborrecimento para qualquer governante. Por isso, que se suspenda a democracia (e com ela, de caminho, os direitos, liberdades e garantias, que também são um empecilho a tudo o que se quer fazer) e que se reforme Portugal!

Obviamente que isto é grave, ao ponto de, em qualquer país civilizado, esta senhora não acabar o dia como líder do maior partido da oposição. E isto independentemente de MFL pensar ou ter querido dizer o que agora todos acham que ela disse. Porque em política, como sempre me disse o meu avô, o que “é”, não interessa nada, importa sim o que “parece que é”, e no mundo do que parece MFL não tem já condições para ser líder do PSD.

MFL e a democracia, parte 1*

Cai o Carmo e a Trindade e fazem-se crucificações em praça pública porque Manuela Ferreira Leite (MFL) falou em “suspender” a Democracia por 6 meses para se poder reformar o país.

Sendo eu insuspeita como advogada de defesa de MFL (não apenas não sou militante do PSD como até tenho um “fraquinho” – político, entenda-se – pelo seu oponente Pedro Passos Coelho) devo dizer que não me parece que MFL tenha dito o que se pretende fazer crer que ela disse.

Uma vez mais, porém, a sua intrincada forma de expor uma ideia que seria simples, não lhe correu bem e subverteu, totalmente, o sentido da sua declaração. Na verdade, se bem leio por trás do soundbyte, aquilo que MFL pretendeu fazer foi uma crítica (certeira, por sinal) ao actual governo e à sua forma, pouco democrática, de implementar as suas tão propagadas reformas.

No fundo, simplificando, MFL quis dizer que Sócrates é pouco democrático e que neste momento não há verdadeira democracia em Portugal, porque as reformas se fazem contra quem com elas tem que viver (caso dos professores na educação, dos médicos na saúde, dos juízes na justiça e dos militares na defesa, etc…), sem a mínima preocupação em criar consensos ou em “incorporar” a democracia no processo de decisão política.

A ideia era boa, mas MFL não foi capaz de transmitir… Começa a ser um problema recorrente desta líder do PSD.



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* Temos que ir por partes que hoje a senhora superou-se...

To listen

*
I melt with you, Nouvelle Vague



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Mais uma vez uma excelente música com um video horrendo...

quinta-feira, novembro 13, 2008

Tomorrow never dies



Na minha opinião, a melhor de todas as "Bond songs". Fabulosa.

Caso BPN explicado às crianças

Fui perguntar aos meus primos de 8 anos o que achavam das críticas dos pais à minha decisão de os deixar fazer tudo quanto queiram enquanto estão sob a minha supervisão.

Esta foi a resposta que eles me deram: «não vemos "nenhuma razão para se dizer que a supervisão falhou".»

terça-feira, novembro 11, 2008

Aqueloutro




O dúbio mascarado - o mentiroso
Afinal, que passou na vida incógnito.
O Rei-lua postiço, o falso atónito -
Bem no fundo o covarde rigoroso.

Em vez de Pajem, bobo presunçoso.
Sua Alma de neve, asco de um vómito.
Seu ânimo, cantado como indómito
Um lacaio invertido e pressuroso.

O sem nervos nem Ânsia – o papa-açorda,
(Seu coração talvez movido a corda...)
Apesar de seus berros ao Ideal.

O raimoso, o corrido, o desleal -
O balofo arrotando Império astral:
O mago sem condão, o Esfinge gorda.


Mário de Sá-Carneiro

segunda-feira, novembro 10, 2008

Bond, James Bond




Ahhhh!!!! Pelo menos fica claro que James Bond será sempre um reduto de masculinidade e heterosexualidade, num mundo de personagens de sexualidade dúbia ou confusa, sejam cowboys, agentes secretos, advogados ou piratas. GOD BLESS Ian Fleming!