terça-feira, fevereiro 10, 2009
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Revolutionary Road
"You were just some boy who made me laugh at a party once, and now I loathe the sight of you."
April, Revolutionary Road
April, Revolutionary Road
Oscars - antevisão

Ainda não tendo os filmes em dia, cresce a curiosidade pelo, à primeira vista desinteressante, Slumdog Millionaire. Depois de 5 Critics' Choice Awards, 4 Golden Globes (includindo Best Drama Film), 7 BAFTA Awards (incluindo Best Film) e de 10 (sim, 10) nomeações para o Oscar, só podemos estar perante uma obra fantástica.
Diga-se, ainda, que nesta pré-época dos Oscars Kate Winslet (The Reader/Revolutionary Road), Mickey Rourke (The Wrestler), Heath Ledger (The Dark Knight) e Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona) têm acumulado prémios, enquanto o casal Jolie-Pitt se limita a espalhar charme e beleza nos vários cenários, sem levar um único galardão para casa.
Diga-se, ainda, que nesta pré-época dos Oscars Kate Winslet (The Reader/Revolutionary Road), Mickey Rourke (The Wrestler), Heath Ledger (The Dark Knight) e Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona) têm acumulado prémios, enquanto o casal Jolie-Pitt se limita a espalhar charme e beleza nos vários cenários, sem levar um único galardão para casa.
domingo, fevereiro 08, 2009
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
The Queen

Elizabeth Alexandra Mary é Rainha há 57 anos. Não será um ícone pop nem faz parte da cultura imediatista, fútil e fácil que venera a fragilidade e vulnerabilidade de "princesas" que percebem pouco do seu ofício. A Rainha Isabel II é, de facto, uma RAINHA. Só isso. E aí reside a sua imensa grandeza.
Long live the Queen!
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
A corte
Depois deste post e de mais este, que aqui publiquei em Dezembro (quando ainda achava que iria entrar no novo ano em NYC), é tempo de responder à pergunta então lançada: "qual irá ser a posição do CDS????". Pois bem, foi ontem decidido, por uma clara e expressiva maioria (73%) dos militantes de Lisboa [da qual fiz parte], que a Concelhia deveria encetar conversações com o PSD no sentido de vir a formalizar uma coligação para as eleições autárquicas na capital.
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Mulheres
Recebi o link para este texto do Pedro Arroja, no qual o autor defende a tese de que as “mulheres possuem uma forma superior de emocionalidade que as torna particularmente equipadas para desempenharem eficazmente a função mais importante que, na vida, é cometida aos seres humanos - a função de mãe. Mas é também essa emocionalidade superior, e o correspondente défice de racionalidade, que, quando comparadas com o único termo de comparação possível - os homens -, as torna relativamente desadaptadas para o desempenho de outras funções na vida, como a ciência, a justiça, a religião e a poesia.”
Pois bem, começando pela superior emocionalidade (ou emotividade), não creio que tal seja, de todo, uma característica feminina. Há, naturalmente, pessoas mais emotivas do que outras, independentemente do seu sexo. Olhando para o meu exemplo pessoal, não apenas eu não sou particularmente emocional (embora seja, obviamente, mulher) como as mulheres que me rodeiam são o oposto do estereótipo da tradicional “emocionalidade feminina”. Pelo contrário, conheço homens que me ganham 10/0 no campo da emocionalidade (o que, convenhamos, não é difícil!). Em termos de características femininas é mais razoável generalizar a futilidade e o consumismo do que a emocionalidade… isto porque, felizmente, nem todas as mulheres são umas neuróticas emocionais, mas quase nenhuma consegue resistir a um letreiro que prometa 40% de desconto!
Já no que se refere à função de mãe, a verdade é que ser mãe não é sinónimo de emocionalidade ou lamechice. Antes pelo contrário, muitas vezes ser mãe é sinónimo de racionalidade, pragmatismo e eficácia na resolução de problemas. Por isso também não está no útero a justificação da estranha emocionalidade feminina.
E chegamos ao cerne da questão, o que as mulheres ganham em emocionalidade (para serem umas “óptimas” embora neuróticas mãezinhas) perdem necessariamente em racionalidade (temos um “défice” disso… assim como alguns homens têm défice de atenção e outros, muito simplesmente, de inteligência). Por isso não podemos dedicar-nos à ciência, à justiça, à religião e à poesia. Deixando a religião e a poesia de parte (porque uma precisa de vocação e outra de talento, e tais coisas não surgem em virtude do sexo), ficamos com a ciência e a justiça (permitindo-me, eu, juntar a política). Pois bem, as mulheres estão desadaptadas para tais funções e porquê, porque a emocionalidade lhes tolda o raciocínio e são, genericamente, levadas a tomar decisões precipitadas e inconsequentes, meramente baseadas em sentimentos, percepções e emoções. Exemplos concretos provam-no. Foi claramente a emotividade que fez com que a Senhora Tatcher não cedesse perante uma greve de fome de militantes do Exército Republicano Irlandês ou que não tremesse durante a guerra das Malvinas. Terá também, certamente, sido a emotividade que comandou a vontade de Golda Meir quando deu ordem para a operação Ira de Deus.
Pois bem, começando pela superior emocionalidade (ou emotividade), não creio que tal seja, de todo, uma característica feminina. Há, naturalmente, pessoas mais emotivas do que outras, independentemente do seu sexo. Olhando para o meu exemplo pessoal, não apenas eu não sou particularmente emocional (embora seja, obviamente, mulher) como as mulheres que me rodeiam são o oposto do estereótipo da tradicional “emocionalidade feminina”. Pelo contrário, conheço homens que me ganham 10/0 no campo da emocionalidade (o que, convenhamos, não é difícil!). Em termos de características femininas é mais razoável generalizar a futilidade e o consumismo do que a emocionalidade… isto porque, felizmente, nem todas as mulheres são umas neuróticas emocionais, mas quase nenhuma consegue resistir a um letreiro que prometa 40% de desconto!
Já no que se refere à função de mãe, a verdade é que ser mãe não é sinónimo de emocionalidade ou lamechice. Antes pelo contrário, muitas vezes ser mãe é sinónimo de racionalidade, pragmatismo e eficácia na resolução de problemas. Por isso também não está no útero a justificação da estranha emocionalidade feminina.
E chegamos ao cerne da questão, o que as mulheres ganham em emocionalidade (para serem umas “óptimas” embora neuróticas mãezinhas) perdem necessariamente em racionalidade (temos um “défice” disso… assim como alguns homens têm défice de atenção e outros, muito simplesmente, de inteligência). Por isso não podemos dedicar-nos à ciência, à justiça, à religião e à poesia. Deixando a religião e a poesia de parte (porque uma precisa de vocação e outra de talento, e tais coisas não surgem em virtude do sexo), ficamos com a ciência e a justiça (permitindo-me, eu, juntar a política). Pois bem, as mulheres estão desadaptadas para tais funções e porquê, porque a emocionalidade lhes tolda o raciocínio e são, genericamente, levadas a tomar decisões precipitadas e inconsequentes, meramente baseadas em sentimentos, percepções e emoções. Exemplos concretos provam-no. Foi claramente a emotividade que fez com que a Senhora Tatcher não cedesse perante uma greve de fome de militantes do Exército Republicano Irlandês ou que não tremesse durante a guerra das Malvinas. Terá também, certamente, sido a emotividade que comandou a vontade de Golda Meir quando deu ordem para a operação Ira de Deus.
domingo, fevereiro 01, 2009
Brangelina

O casal sensação de Hollywood, não apenas tem filhos lindos (dos quais podem apreciar várias fotos nas revistas del coraçon desta semana) como estão ambos nomeados para o mais importante prémio de representação: o Oscar. Ela por Changeling. Ele por Benjamin Buton.
Ora bem... começando por ela. Acho Angelina Jolie uma actriz (como uma mulher) pouco convencional. Tanto a podemos ver em papéis de forte intensidade dramática (como A Mighty Heart), como a encontramos em blockbusters em que a "acção" é tudo (veja-se o excelente Wanted, por exemplo). Em Changeling, um filme poderoso e intenso com a chancela de qualidade de Clint Eastwood, Angelina está sublime. Ela é uma mãe amargurada pelo desaparecimento do filho, torturada pela dúvida sobre o que lhe aconteceu, revoltada por receber uma criança que não é a sua, sabendo que a polícia desistiu de procurar o seu filho e por fim, uma lutadora, em busca da justiça e da verdade, sem nunca pretender a vingança e sem nunca deixar morrer a esperança. Christine é sempre digna e contida, mesmo quando a angústia, o sofrimento e a revolta se apoderam dela. E Angelina consegue dar-nos todas essas tonalidades, sem nunca cair no exagero ou no ridículo. Já o filme, é fabuloso. Muito duro e intenso (ou não fosse sobre uma história dramática do desaparecimento de uma criança) mas magnificamente dirigido. Não há momentos mortos e a narrativa ocupa cada minuto do filme, sem nunca parar ou abrandar. Um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos, sem dúvida que não percebo como ficou à margem da nomeação para o Oscar de melhor filme.
Falando agora dele. Brad Pitt sempre foi um actor de que gostei. Independentemente de ser um homem inegavelmente bonito, como actor é suficientemente bom para nos fazer acreditar nos seus filmes. Possivelmente as suas escolhas não são as mais felizes, embora já tenha feito excelentes filmes, como Legends of the Fall, Seven, Babel e o recente filme dos irmãos Coen, Burn After Reading. Em Benjamin Button, Pitt está, obviamente, muito bem. Faz-nos acreditar na sua história, está seguro e credível, mas sem génio (e as suas imagens aos 20 anos, fazem-nos lembrar o J.D. do Thelma & Louise). Curiosamente, tendo ouvido críticas muitíssimo favoráveis a este filme (do JMC e do AVM), e estando ele nomeado para 13 Oscars, esperava muito desta história. Porém este Estranho Caso de Benjamin Button foi, para mim, uma decepção. É um filme excessivamente longo para a história que conta e sem qualquer traço de genialidade. Ficou claramente àquem das expectivas.
Ora bem... começando por ela. Acho Angelina Jolie uma actriz (como uma mulher) pouco convencional. Tanto a podemos ver em papéis de forte intensidade dramática (como A Mighty Heart), como a encontramos em blockbusters em que a "acção" é tudo (veja-se o excelente Wanted, por exemplo). Em Changeling, um filme poderoso e intenso com a chancela de qualidade de Clint Eastwood, Angelina está sublime. Ela é uma mãe amargurada pelo desaparecimento do filho, torturada pela dúvida sobre o que lhe aconteceu, revoltada por receber uma criança que não é a sua, sabendo que a polícia desistiu de procurar o seu filho e por fim, uma lutadora, em busca da justiça e da verdade, sem nunca pretender a vingança e sem nunca deixar morrer a esperança. Christine é sempre digna e contida, mesmo quando a angústia, o sofrimento e a revolta se apoderam dela. E Angelina consegue dar-nos todas essas tonalidades, sem nunca cair no exagero ou no ridículo. Já o filme, é fabuloso. Muito duro e intenso (ou não fosse sobre uma história dramática do desaparecimento de uma criança) mas magnificamente dirigido. Não há momentos mortos e a narrativa ocupa cada minuto do filme, sem nunca parar ou abrandar. Um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos, sem dúvida que não percebo como ficou à margem da nomeação para o Oscar de melhor filme.
Falando agora dele. Brad Pitt sempre foi um actor de que gostei. Independentemente de ser um homem inegavelmente bonito, como actor é suficientemente bom para nos fazer acreditar nos seus filmes. Possivelmente as suas escolhas não são as mais felizes, embora já tenha feito excelentes filmes, como Legends of the Fall, Seven, Babel e o recente filme dos irmãos Coen, Burn After Reading. Em Benjamin Button, Pitt está, obviamente, muito bem. Faz-nos acreditar na sua história, está seguro e credível, mas sem génio (e as suas imagens aos 20 anos, fazem-nos lembrar o J.D. do Thelma & Louise). Curiosamente, tendo ouvido críticas muitíssimo favoráveis a este filme (do JMC e do AVM), e estando ele nomeado para 13 Oscars, esperava muito desta história. Porém este Estranho Caso de Benjamin Button foi, para mim, uma decepção. É um filme excessivamente longo para a história que conta e sem qualquer traço de genialidade. Ficou claramente àquem das expectivas.
Eu hoje acordei aqui

Maia Luxury Resort & Spa, Seychelles
Farta de chuva, vento e frio, a precisar de apanhar sol e descansar.
sexta-feira, janeiro 30, 2009
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Happy Ending
| Your Love Life is Like Pretty Woman |
![]() "I want the fairy tale" You believe that love is truly blind, unpredictable, and surprising. Two very different people can easily find true love. At least, that is how it will happen when you marry a gorgeous billionaire someday Your love style: Sensual and flirty Your Hollywood Ending Will Be: Surprisingly happy |
quarta-feira, janeiro 28, 2009
domingo, janeiro 25, 2009
Eu hoje acordei aqui

Hotel Casa Fuster, Barcelona, España
Num símbolo do Modernismo Catalão (criado por Lluís Domènech i Montaner), bem no centro de Barcelona, no Paseo de Gracia, onde me perdi durante toda a manhã nas compras. Não encontrei, porém, Javier Bardem nos meus passeios pela cidade de Gaudi.
sábado, janeiro 24, 2009
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Intoxicações
A Cristina (Scarlett Johansson) teve uma intoxicação alimentar e, à conta disso, a amiga (Rebecca Hall) acabou por se envolver com o Juan António (Javier Bardem), a ponto de quase desistir do casamento. Depois, Cristina recuperou, não apenas a saúde como o Juan Antonio.
A Beatriz (eu) também teve uma intoxicação alimentar e, à conta disso, a amiga (Cats) acabou por ir sozinha para Nova Iorque (desconhece-se se houve, ou não, um Bardem pelas Américas). Depois, Beatriz recuperou a saúde, estando em processo de tentar recuperar a viagem.
A Beatriz (eu) também teve uma intoxicação alimentar e, à conta disso, a amiga (Cats) acabou por ir sozinha para Nova Iorque (desconhece-se se houve, ou não, um Bardem pelas Américas). Depois, Beatriz recuperou a saúde, estando em processo de tentar recuperar a viagem.
Vicky Cristina Barcelona

Woody Allen encontra Almodovar, numa comédia comportamental de cores vivas e brilhantes. Penelope Cruz é magnífica na sua demência destrutiva (em Spanglish), numa interpretação inteiramente merecedora do Oscar. Barcelona deslumbra, com o seu encanto tão especial (em especial Gaudi). Bardem é, simplesmente, esmagador para além de se tornar ainda mais encantador como o artista boémio perdido em dúvidas existências e problemas pessoais.
quinta-feira, janeiro 22, 2009
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