sexta-feira, junho 18, 2010

O país das maravilhas

Em Portugal é possível - pelo menos até Agosto - uma pessoa ter um património mobiliário (depósitos bancários e acções) no valor de 100 mil euros (ou mais) e acumular isso com o Rendimento Social de Inserção (!).

A partir de Agosto, só os que tenham património até 99.999 Euros poderão recebê-lo.

É esta a justiça social do socialismo pândego em que caímos. Quem trabalha e ganha 500 euros, vai pagar mais IRS e mais IVA. Quem não quer trabalhar, mesmo que tenha património até 100 mil euros, leva rendimento mínimo.

Da série: grandes candidatos



Grupo de mulheres católicas apela à candidatura de Bagão Félix????? Se isto é assim, por grupos de mulheres, eu apelo, então, à candidatura de José Mourinho.

Quem se junta a este apelo?

É tudo uma questão de "boas companhias"

quinta-feira, junho 17, 2010

A propósito de líquidos e aviões



No aeroporto de Girona vi deixarem passar no controlo de segurança garrafas de água; gel de banho e protector solar (tudo com mais de 100 ml). Em Lisboa fizeram-me uma cena porque os meus líquidos (todos embalagens mini-mini) não estavam dentro do saco "normalizado" que se vende no aeroporto.

Uma vez mais, a virtude não está no 8, nem no 80. E, a quem ocupa estas funções, pede-se o cumprimento escrupoloso das regras, aliado ao bom senso. E, já agora, que evitem ser mal educados e dizerem a um passageiro, enquanto o empurram: "com certeza a senhora está pouco habituada às regras dos aeroportos europeus", quando os meus "líquidos", que cumpriam todos os normativos legais, estavam num saco transparentes, o qual, por sinal, já passou, sem problemas, em Londres, Paris, Bruxelas, Barcelona, Madrid, Berlin, Roma, Milão, Dublin e Porto (que me lembre). E só não foi a NYC, sem problemas, porque eu não fui, e ele não viaja sem mim.

Still, Cavaco

Embora não seja fã do Presidente Cavaco - que julgo que tem tido falhas gravíssimas, sendo que uma delas pode ser cometida a breve trecho - não posso deixar de achar que a ideia de uma candidatura-católica-alternativa-anti-agenda-LBGT(ou lá como se diz) é, to say the least, disparatada. Lamento mas, para mim, a agenda católica/LBGT (que, estranhamente, é coincidente nos temas, mas não nas opiniões) não é assim tão relevante. Prefiro pensar em economia, em impostos e em medidas de consolidação orçamental. Porque, isso sim, pode ser determinante para a viabilidade de Portugal. Tudo o resto, é, mais ou menos, folclore. Porque, infelizmente, na vida dos países a velha teoria do "amor e uma cabana" não funciona e, ao FMI, tanto lhe dá termos, ou não, casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Por tudo isso, esta ideia é disparata. No momento gravíssimo que Portugal atravessa, não podemos arriscar um Presidente Alegre. Ponto final.

quarta-feira, junho 09, 2010

Eu não sou grande fã de reality TV...

Quando, em 83, o FMI passou em Portugal eu não tinha idade para perceber nada. Muito menos política e economia e instabilidade financeira...

Mas, para que todos aqueles que, como eu, perderam a versão original, parece-me que agora, a ver pelas notícias, se prepara um remake para que os nascidos em 80 (e em 90, e no século XXI) possam ter essa experiência também. Uma espécie de "conta-me como foi" mas em versão reality show.

quinta-feira, maio 20, 2010

Também disponível em Portunhol: "Ya no vai haber TGV. Caput. Finito."



No âmbito das medidas de austeridade que está a tomar, Espanha suspendeu - pelo menos por um ano - todos os projectos de alta velocidade do país, incluindo, claro está, os projectos Lisboa-Madrid e Porto-Vigo.

Parece-me que agora é apenas uma questão de tempo para o "hermanito Sócrates" voltar atrás, dar o dito por não dito, culpar a crise e os Espanhóis, e adiar o "lado" português do TGV.

Podia ter sido diferente? Podia. Podia o PM Português ter liderado a decisão ao invés de ir a reboque das pressões alheias? Podia. Mas se o fizesse, já não seria o "nosso" Engenheiro Sócrates.

terça-feira, maio 18, 2010

Y tambien foi a dançar un tango en Argentina



Estou fascinada.

"Sócrates foi a comprar caramielos a Badajioz"




"Mira, essa conviersa de quien obrigou a quem és apenas rídicula. Rídicula. Pra no dizer outra cosa." JS

Esta "coisa" que o nosso PM fala é EXTRAORDINÁRIA!!!!!!!!!!

DANCE ME TO THE END OF... LOVE?


Eu sei que já vem "requentada", mas há pérolas imperdíveis e esta é uma delas:

"Para dançar tango são precisos dois e eu não tive parceiro durante meses." Sócrates sobre Passos Coelho.

Parece-me que pela frequência das visitas a S. Bento, o "namoro" vai de vento em poupa. Não tarda há casamento. E com a benção presidencial, ora nem mais!

domingo, maio 16, 2010

Brasil

O Presidente Lula está no Irão a negociar o "dossier nuclear". Clinton e Medvedev falam de "última oportunidade para o Irão" antes da imposição de sanções. Mais uma vez o Brasil consolida a sua posição no mundo, como negociador, intermediário e voz activa na política externa, e reafirma a sua vontade de ter um lugar permamente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Devemos estar atentos a esta nova potencia.

sexta-feira, maio 14, 2010

Bento XVI

Nos últimos anos tenho tido uma relação algo conflituosa com a Igreja. Não é falta de fé, nem de esperança. Mas é perceber que a vida quotidiana nos coloca tantas questões práticas às quais a Igreja não apresenta respostas, ou apresenta respostas desadequadas, e revoltar-me contra isso. Contra uma Igreja que, por vezes, considera a tradição mais importante que a compaixão. Uma Igreja que, muitas vezes, põe os seus dogmas a cima das pessoas, sem perceber que todos somos pecadores, confrontados com tantas dúvidas, tantos medos, tantos desafios, que é difícil mantermo-nos fiéis a um caminho único, livre de pecado. Santo não é aquele que nunca pecou. Mas aquele que, pecando, tentou ser melhor.

Esta forma crítica de olhar a Igreja, afastou-me de muitos dos seus ritos, mas não da sua essência: a mensagem de Perdão, testemunhada por Jesus e a doutrina do Amor vivida por Maria. E foi esta mensagem que encontrei em Bento XVI. Não estava à espera. Estava céptica e desconfiada de um Papa mais racional e menos emotivo, de um Papa tão diferente daquele João Paulo II que nos conquistou e nos invadia de fé e de alegria. Mas o cepticismo não resistiu à fé dos milhares de pessoas que se juntaram, em Lisboa, em Fátima e no Porto, para receber o Papa. O cepticismo não resistiu ao imenso esforço de um Papa, que já não é jovem, para agradar, para ser próximo e para reconciliar uma Igreja ferida e atacada. E desta visita a Portugal, naquele lugar que foi por João Paulo II transformado no altar do Mundo, a Igreja sai renovada e reforçada, assumindo os seus pecados, mas permanecendo solidamente ancorada na fé do seu povo.

sexta-feira, abril 30, 2010

Dupond ultrapassou Dupont




Agora é uma questão de contas para saber quando teremos eleições. Infelizmente, porém, Portugal continuará na mesma.

quarta-feira, abril 14, 2010

Coisinhas deliciosas

Alguém que me explique, como se eu fosse não apenas muiiito burra como também totalmente ignorante em matérias de direito (o que não é completamente verdade), a acusação no caso Tagus Park/Figo. Pelo que li nas noticias, não se percebe nada, pois não?

terça-feira, abril 13, 2010

Os padres e a pedofilia

Estou cansada de notícias sobre padres pedófilos. E sobre a Igreja e a pedofilia.

Há pedófilos na Igreja. Há. Está errado? Está. Está mal quem os encobre? Está. Têm os padres um dever especial de protecção daqueles que lhes são confiados (no caso crianças)? Têm. Por isso é mais grave um padre abusar de uma criança do que um outro cidadão qualquer. Como é mais grave o abuso por parte de um tutor, de um familiar ou de um professor. Porque sobre eles recaem especiais deveres de protecçção. E o abuso torna-se, assim, ainda mais cruel.

É só isto que está em causa. Não está em causa a fé. Não está em causa o celibato dos padres. Não está em causa a homossexualidade. Está em causa um CRIME, que, só por acaso, é particularmente grave. É criminoso quem o comete. É cúmplice quem o encobre. Padres ou não padres. Mais nada.

segunda-feira, março 08, 2010

Oscars



Pela primeira vez em muitos anos (talvez desde 1995) não vi os Oscars. Nada. Nem a abertura, nem a Red Carpet, nem o final da noite com os Oscars "grandes", NADA! A televisão belga não ajudou e o computador escolheu, precisamente, a noite de ontem para ficar sem cabo, o que me impediu de acompanhar a cerimónia online. Por isso mesmo, não posso comentar a apresentação de Steve Martin e Alec Baldwin, nem os acceptance speaches, nem os momentos musicais ou o clássico filme de abertura.

Posso, porém, comentar os prémios atribuídos (e as nomeações que faltaram) e, naturalmente, a RED CARPET (em posts que se irão suceder). Começando pelos prémios e fazendo desde já o aviso que não vi todos os filmes concorrentes e que não tenciono ser imparcial:

Melhor actor: como sempre, estava num dilema. Clooney contra "os outros". Clooney só pelo facto de ser o Clooney, embora tenha perfeita consciência de que Clooney a fazer de Clooney não dá direito a Oscar. E é isso que se passa em Up in the Air. Já Morgan Freeman (Invictus) e Colin Firth (A Single Man) mereciam todos os prémios pelas suas maravilhosas interpretações, como Mandela (é difícil interpretar uma lenda vida) e George, respectivamente. Mas talvez destacasse o "Mr. Darcy" este ano, pela forma irrepreensível como dá vida a um torturado e amargurado professor, naquele que planeara ser o último dia da sua vida. Não há naquela interpretação lugar ao exagero, ao preconceito, ou ao lugar comum. É simplesmente brilhante!

Melhor actriz: categoria em que concorriam dois pesos-pesados - Helen Mirren e Meryl Streep -, mas na qual se destaca uma "novata" que dá vida a Jenny no drama "An Education". Tal como Firth, também ela faz uma interpretação contida, sem cair nos lugares comuns ou na vulgaridade, de uma jovem estudante inglesa que prefere viver um sonho, mesmo sabendo que possivelmente o preço a pagar pela ousadia será alto. Não vi, porém, a interpretação de Sandra Bullock, actriz que não gosto particularmente e que não consigo deixar de associar à Miss Detective!

Argumento original - mais uma vez repito que UP merecia ganhar nesta categoria por ser uma metáfora fabulosa do que é a vida, sem usar clichés e sem ser moralista (pelo menos no que é a forma clássica do moralismo Disney). Inglourious Basterds também teria sido uma escolha adequada, premiando a originalidade!

Realização - aqui tenho profundas divergências com a Academia! Como é possível Tom Ford não estar nomeado???? Tudo bem que vem da moda. Tudo bem que é estreante. Tudo bem que pegou num tema polémico. Mas se há uma coisa que o filme "A Single Man" tem de extraordinário, é a realização. O uso da cor (que vai do sépia às cores vivas), os planos, a câmara que viaja pelos pensamentos do protagonista, tudo é trabalhado com particular cuidado e o resultado final é brilhante. Mas destaque também ao mestre Tarantino - que estava nomeado -, pelo fantástico trabalho atrás da câmara em Inglourious Basterds.

Melhor filme: esta ano não vi nenhum filme que merecesse, de caras, o prémio de Melhor Filme do ano. Mas, dos 10 nomeados, talvez escolhesse o Inglourious Basterds. Mas lá está, não é "policamente correcto" o suficiente para encantar a Academia. É bem melhor premiar uma história sobre o Iraque, agora que estamos em "ressaca W. Bush".

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

9/11




Foram hoje divulgadas fotografias inéditas do ataque ao World Trade Center e da devastação causada pelo seu colapso. Estas fotografias não têm nada que o mundo (todos nós) já não tivesse visto, em directo, naquele 11 de Setembro de 2001. Porém, uma vez mais, interpelam-nos e fazem-nos recordar o horror que então sentimos, perante a imagem da impotência do "gigante de ferro" face ao ataque que sofreu. E isto relembra-nos que a luta contra o terrorismo nunca poderá ser dada por terminada. Todos os dias continuam a morrer pessoas, no Afeganistão, no Paquistão, no Iraque ou na Palestina, vítimas do terrorismo. E num dia normal, igual a todos os outros, num qualquer 11 de Setembro, esse mesmo terror pode entrar na nossa casa, no nosso local de trabalho, no nosso autocarro ou no nosso comboio. Que nunca tenhamos a ousadia de perder a memória.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Obama não quis dançar ao som dessa música



Obama deu um sinal claro à Europa: ou há substância e liderança, ou não há conversas.

O Presidente dos Estados Unidos não vem à Cimeira de Maio, anunciada com pompa pela Presidência espanhola, e embora invoque, educadamente, impossibilidades de agenda - este ano mais concentrada na política doméstica -, é ponto assente que o Presidente americano não tem qualquer interesse em "falar" com uma UE a três (ou mais) vozes, com a liderança repartida entre Rompuy, Barroso e Zapatero e participar numa Cimeira sem "substância" que justifique a sua realização. Ou seja, Obama percebeu que o único propósito do evento seria oferecer a Zapatero umas boas fotografias ao lado do Presidente dos Estados Unidos, num momento em que a sua popularidade está em franca quebra, e decidiu não fazer parte do show.

Em minha opinião, fez bem. A UE tem que perceber, de uma vez por todas, que esta esquizofrenia institucional de uma presidência tricéfala e a obcessão pelas reuniões, cimeiras e conselhos não é método de trabalho apreciado em qualquer outra parte do planeta, onde se dá mais peso aos resultados do que às meras boas intenções do diálogo.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Oscars

A noção de "exclusividade" faz parte do processo de encantamento. Todos gostamos de fazer parte de um grupo restrito ao qual muitos quereriam pertencer mas onde apenas alguns são admitidos. Com 10 nomeados, a categoria de melhor filme perdeu o encanto. Já não é mais do que um albergue onde cabe qualquer um...

As nomeações

Já se conhecem os nomeados para os Oscars. Sem surpresas, a Academia conseguiu, uma vez mais, ser aquele poço de previsibilidade que conhecemos!

Alguns apontamentos sobre as nomeações:

1. Parece-me que é desta que George Clooney leva a estatueta de melhor actor. O que não acho inteiramente justo, já que não será a sua melhor interpretação. Para mim, fã confessa, ganham, obviamente, as suas interpretações em Syriana e Michael Clayton. Sobretudo no primeiro. Em Up in the Air, Clooney não é mais do que Clooney. O que sendo muito, é pouco, e não chega para o Oscar!

2. Abrazos Rotos, de Almodovar, ficou pelo caminho, assim como a interpretação da musa Penelope. Chega à nomeação por Nine (que ainda não vi), mas ainda não será desta que dará um "irmão" ao seu Oscar!

3. Up, o melhor filme de animação que alguma vez vi, consegue, com todo o mérito, a nomeação para melhor filme. Um feito que há décadas que não acontecia. Pode não ganhar o Oscar de melhor filme, mas pelo menos o de melhor argumento original merece, inteiramente. É verdadeiramente fabuloso como um filme tão simples, para crianças, consegue ser a mais maravilhosa fábula sobre o amor (e a vivência do amor ao longo de uma vida), sem nunca ser piegas, lamechas ou delicodoce. Justíssimas as suas nomeações, todas elas!


A lista completa de todos os nomeados, aqui.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Mais um mártir da liberdade de imprensa

Vale a pena ler aquela que seria a crónica de hoje de Mário Crespo e que não chegou a ser publicada (retirada do site do Instituto Sá Carneiro)


O Fim da Linha

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado hoje (1/2/2010) na imprensa.

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Red Carpet - as mais bem vestidas


Kate Winslet, magnífica em Yves Saint Laurent com jóias Tiffany & Co.


Courteney Cox, com um vestido por Victoria Beckham.


Dianna Agron

Red Carpet - You can stand under my umbrella


Kate Hudson e January Jones


Maria Memounos e Penelope Cruz


Cameron Dias


Gerard Butler

Red Carpet - folhos e laços


Chloe Sevigny e Jenniffer Morrison


Christina Hendricks e Zoe Saldana


Anna Kendrick e Nicole Kidman


Se alguém conseguir decidir qual é o pior....

Red Carpet - women in red


Cameron Diaz, Amy Poehler e Maria Menounos, fantásticas em encarnado.