quarta-feira, janeiro 24, 2007

É quase pecado que se deixa. É quase pecado o que se ignora.



Desviando os olhos por sentir a verdade,
Juravas a certeza da mentira,
Mas sem queimar de mais,
Sem querer extingir o que já se sabia

(...)

Era eu a despir-te do que era pequeno,
Tu a puxar-me para um lado mais perto,
Onde se contam histórias que nos atam,
Ao silêncio dos lábios que nos mata.

Eras tu a ficar por não saberes partir,
E eu a rezar para que desaparecesses,
Era eu a rezar para que ficasses,
Tu a ficares enquanto saías.

Um comentário:

  1. encontrei o seu blog por acaso e gostei do que li. intimista q.b.

    visite-me: http://alatristesposts.blogspot.com/

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