
My all time band: Queen!
Nasci e cresci embalada pelos ritmos desta banda inglesa, nascida nos finais da década de 60, cuja alma residia no fabuloso e até hoje inimitável Freddy Mercury.
Não terá sido, certamente, por acaso que, a primeira vez que eu dei sinal de vida, ainda antes de nascer, foi com um tema dos Queen (Flash Gordon), demonstrando, logo como nascitura, um gosto musical vanguardista e muito 'pop'! Marcava-se assim o início de uma relação duradoura de profunda admiração e, porque não dizê-lo, paixão pela música dos Queen. Também não terá sido por acaso que, aos 10 anos, recebi a notícia da morte de Mercury, em Londres, tendo passado, por coincidência, à porta da sua casa, em Kensington, onde se acumulavam dezenas de flores, postais, balões e outros 'mementos' dos fãs.
Nunca consegui decidir qual a minha música preferida dos Queen porque, para dizer a verdade gosto de todas: das mais ousadas e atrevidas (estilisticamente falando) como Somebody to Love e Innuendo, das que são mais baladas como You're my best friend e Love of my Life, das mais rock puro e duro como Another One bites the Dust e até das mais 'lamechas' que encontramos no album Made in Heaven. Todas têm alguma coisa que as torna especiais e diferentes e nunca mais houve um artista que fizesse uma música tão extraordinária como a Bohemian Rhapsody (a verdadeira ópera rock) ou que interpretasse com mais alma o Great Pretender.
Freddy Mercury mais do que um cantor ou um artista era uma 'stage persona', extravagante, excêntrica mas terrivelmente talentosa que encarnava personagens e as reinventava ao som da sua própria loucura! Por isso continua a ser único e os Queen continuam a encantar gerações e a encher estádios, mesmo após a morte do seu vocalista, porque 'the show [really] must go on' e as suas canções têm aquela 'kind of magic' que nos deixa encantados, 'right till the end'!
Por fim, há uma canção que, para mim, é incrivelmente Queen e inegavelmente SLIH: The Killer Queen:
«Drop of a hat she's as willing as a playful pussy cat
Then momentarily out of action, temporarily out of gas
To absolutely drive you wild, wild
She's out to get you
She's a killer queen gunpowder gelatine
dynamite with a lazer beam, guaranteed to blow your mind (anytime)
Recommended at the price, insatiable an appetite (wanna try?)»
Nasci e cresci embalada pelos ritmos desta banda inglesa, nascida nos finais da década de 60, cuja alma residia no fabuloso e até hoje inimitável Freddy Mercury.
Não terá sido, certamente, por acaso que, a primeira vez que eu dei sinal de vida, ainda antes de nascer, foi com um tema dos Queen (Flash Gordon), demonstrando, logo como nascitura, um gosto musical vanguardista e muito 'pop'! Marcava-se assim o início de uma relação duradoura de profunda admiração e, porque não dizê-lo, paixão pela música dos Queen. Também não terá sido por acaso que, aos 10 anos, recebi a notícia da morte de Mercury, em Londres, tendo passado, por coincidência, à porta da sua casa, em Kensington, onde se acumulavam dezenas de flores, postais, balões e outros 'mementos' dos fãs.
Nunca consegui decidir qual a minha música preferida dos Queen porque, para dizer a verdade gosto de todas: das mais ousadas e atrevidas (estilisticamente falando) como Somebody to Love e Innuendo, das que são mais baladas como You're my best friend e Love of my Life, das mais rock puro e duro como Another One bites the Dust e até das mais 'lamechas' que encontramos no album Made in Heaven. Todas têm alguma coisa que as torna especiais e diferentes e nunca mais houve um artista que fizesse uma música tão extraordinária como a Bohemian Rhapsody (a verdadeira ópera rock) ou que interpretasse com mais alma o Great Pretender.
Freddy Mercury mais do que um cantor ou um artista era uma 'stage persona', extravagante, excêntrica mas terrivelmente talentosa que encarnava personagens e as reinventava ao som da sua própria loucura! Por isso continua a ser único e os Queen continuam a encantar gerações e a encher estádios, mesmo após a morte do seu vocalista, porque 'the show [really] must go on' e as suas canções têm aquela 'kind of magic' que nos deixa encantados, 'right till the end'!
Por fim, há uma canção que, para mim, é incrivelmente Queen e inegavelmente SLIH: The Killer Queen:
«Drop of a hat she's as willing as a playful pussy cat
Then momentarily out of action, temporarily out of gas
To absolutely drive you wild, wild
She's out to get you
She's a killer queen gunpowder gelatine
dynamite with a lazer beam, guaranteed to blow your mind (anytime)
Recommended at the price, insatiable an appetite (wanna try?)»
Ser repetitiva em relação ao Clooney ainda se percebe, agora em relação aos Queen e a esta música já é um bocado exagero, não?
ResponderExcluirQue tal, para variar só um bocadinho, o I Might Have Been Queen da fabulosa Tina Turner??
Nunca ouviste dizer que «nada é demais quando se gosta»?
ResponderExcluirPois, é esse o meu lema de vida, com os Queen, com o Clooney and so on
;)